
As duas pontes que desabaram nos dias 28 de setembro e 8 de outubro nos quilômetros 23 e 25 da BR-319 (Manaus-Porto Velho), só depois de março do ano que vem. Pelo menos é o que prevê o contrato firmado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) com a empresa escolhida para executar serviço emergenciais temporários até esta dada.
Até o momento, o tráfego de veículos e pedestres nos dois pontos onde as pontes cairam é feita de forma improvisada com uma balsa atravessada no Rio Curuçá, no km 23, e um aterro feito no Rio Autaz Mirim, no km 25.
O Dnit estipula o uso da balsa até, no mínimo, o dia 31 de março de 2024. A empresa Amazônia Navegações, de Porto Velho, receberá R$ 3.569.925,36 pelo contrato realizado em Situação de Emergência, quando é dispensada a licitação.
Há mais de um mês após os desabamentos, ainda não há empresa contratada para as obras definitivas de reconstrução das pontes.
Até o momento o Dnit também não informou sobre o prazo de quando a empreiteira será contratada e a previsão de quando as obras podem começar.
No último dia 31 de outubro, a autarquia informou apenas que “o anteprojeto de engenharia encontra-se em fase avançada de conclusão”.


