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Nova gestão da AAM quer levar indústrias da ZF para mais cidades

Nova mesa diretora do órgão máximo dos municípios amazonenses tomou posse para o biênio 2023-2024.

A nova mesa diretora da Associação Amazonense dos Municípios (AAM) tomou posse, nesta segunda-feira (2), estabelecendo o desenvolvimento econômico, a geração de emprego e renda e melhorias na área social como metas prioritárias para o próximo biênio.

Presidente do órgão, o prefeito Anderson Sousa, de Rio Preto da Eva, afirmou que vai lutar pela industrialização das cidades com a expansão da Zona Franca para o interior do estado. Atualmente, há empresas instaladas em apenas dez cidades.

A solenidade de posse da nova mesa diretora foi prestigiada por diversas autoridades e ocorreu no auditório do Sesi, em Manaus.

Com Anderson Sousa na presidência, a nova mesa diretora da AAM tem o prefeito de Novo Airão, Roberto Frederico, na vice-presidência. Como 1º e 2º secretários, os prefeitos Anderson Adriano, de Autazes, e Junior Leite, de Maués.

Além deles, o prefeito José Claudenor, de Urucurituba, e José Maria, do Juruá, como como 1º e 2º tesoureiro, respectivamente.

Anderson Sousa destacou que, apesar de estar previsto nas diretrizes do modelo econômico incentivado, a implantação de indústrias fora de Manaus avançou pouco.

Nos últimos quatro anos, foram aprovados 25 projetos industriais em dez cidades amazonenses, o que representou investimentos da ordem de R$ 183 milhões e a geração de cerca de mil postos de trabalho, conforme dados da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti).

De acordo com o levantamento, as empresas aproveitam potencialidades locais, como produtoras de hambúrguer de peixe, picadinho de peixe, desidratação da castanha do Brasil, sorbet de açaí, entre outros.

As novas fábricas estão instaladas em Anamã, Humaitá, Iranduba, Lábrea, Manacapuru, Parintins, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Tapauá e Tefé.

Outro desafio da AAM é ampliar a captação de verbas federais para investimentos. O diagnóstico da nova mesa diretora é de que as prefeituras podem impulsionar projetos em áreas fundamentais, como o social, tendo maior preparo técnico na relação com o Governo Federal.

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