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Apesar das operações dos governos estadual e federal, as queimadas nas florestas do Sul do Amazonas ainda devastam grandes áreas com o clima seco e a falta de chuvas nesse período de verão amazônico, que se intensificam nos meses de agosto e setembro.
Reportagem esta semana da Rede Amazônica, afiliada da Globo no Amazonas, acompanhando o Greenpeace, mostrou parte da floresta sendo destruída pelo fogo e desmatamento. Apesar das imagens, houve uma queda de mais de 40% nos alertas na Floresta Amazônica, em relação ao mesmo período de 2022.
Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), entre as dez cidades com maior área sob alertas de desmatamento no bioma em 2023, quatro estão no Sul do estado.
Uma das regiões que a reportagem sobrevoo é o distrito de Santo Antônio do Matupi, em Manicoré. A área pertence à União e, por lei, deveria ser preservada.
A região é conhecida pela forte presença de grileiros e madeireiros ilegais. A consequência disso são queimadas criminosas que destroem a floresta e cobrem o céu de fumaça.
“A gente sabe que a Floresta Amazônica, região amazônica, passa durante seis, sete ou oito meses com muita chuva. Então, às vezes, acontece o desmatamento e eles esperam justamente o verão amazônico. Clima mais quente, Clima mais seco para poder colocar o fogo nessas regiões”, explica na reportagem o porta-voz do Greepeace, Rômulo Batista.
Em outra parte do sobrevoo, a equipe flagra parte da floresta, no limite entre Humaitá e Tapauá, cidades do interior do Amazonas, queimando há uma semana.
Os rastros da destruição são visíveis: o chão escuro coberto em parte pelo que sobrou do fogo contrastando com o verde da floresta. Há 500 metros do local, é localizada a terra indígena Juma.


