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Cartão corporativo pagou R$8,5 milhões em viagens internacionais de Lula

O cartão corporativo pagou mais de R$ 8,5 milhões em despesas com viagens internacionais do presidente Lula da Silva (PT), em 2023. O montante inclui gastos de janeiro a dezembro, no primeiro ano do mandato do petista. De acordo com o Planalto, as idas do titular do Planalto ao exterior servem para recuperar a imagem do Brasil e seriam um “investimento”.

Comparado ao primeiro ano de governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), houve aumento de 182,56% em despesas com viagens internacionais no cartão corporativo. Os valores foram corrigidos pela inflação, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA.

Contudo, enquanto os gastos de Lula se referem a 21 países visitados, as despesas de Bolsonaro contemplam viagens a10 nações.

Vale destacar que o governo Lula tem apostado na diplomacia para restabelecer vínculos com aliados estratégicos e revigorar a imagem do Brasil no exterior, o que tem sido um desastre. Ele declarou apoio ao grupo terrorista Hamas, disse que Israel praticou o Holocausto em Gaza, se alinhou com a ditadura de Maduro da Venezuela e tenta trazer o líder russo Vladimir Putin, que invadiu a Ucrânia. O petista também não conseguiu firmar o acordo com o Mercosul com a comunidade europeia.

A política internacional de Lula vai de encontro aos valores do Ocidente como democracia, economia de mercado e globalização. O presidente a cada dia está mais próximo de ditaduras, como China, Rússia, Irã e Venezuela, regimes autocráticos que colocam o Estado e a soberania nacional contra as liberdades individuais, direitos humanos e valores universais.

Os valores foram obtidos pelo site Metrópoles, via pedido, com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), enviado à Casa Civil.

As despesas pagas pela Presidência da República, por meio do cartão de pagamentos do governo federal, inclui serviços de apoio de solo, provisão de bordo (fornecimento de alimentação aos passageiros e à tripulação) e telefonia.

A soma não inclui despesas de responsabilidade do Ministério das Relações Exteriores, como as referentes à hospedagem, que incluiu diárias em hotéis caríssimo que cobravam diárias de até R$ 95 mil.

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