
O Amazonas lidera o ranking nacional de furto de energia elétrica com 35% do que é produzido pela concessionária Amazonas Energia sendo desviado por ligações clandestinas , o popular “gato”, que dá um prejuízo anual de R$ 650 milhões a empresa responsável pelo abastecimento no estado.
A prática de desvio de energia é considerada criminosa pelo artigo 155 do Código Penal brasileiro virou rotina, principlamente na capital do estado, Manaus.
De acordo com o diretor de Relações Institucionais da Amazonas Energia, Radyr Gomes, as perdas no estado chegam perto de 44%, a maior entre os estados brasileiros.
“Mais o Estado deixa de arrecadar um valor considerável, o ICMS e outros impostos. O Município também não arrecada com a taxa de iluminação pública, que poderia melhorar muito”, explica.
O furto de energia prejudica a qualidade do fornecimento e aumenta o custo da energia para todos os clientes. Os “gatos” custam 13,04% a mais na conta de luz dos consumidores, que pagam regularmente a tarifa elétrica em Manaus, a maior do país.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) considera nos cálculos da tarifa de energia as perdas por irregularidades/fraudes, ou seja, quanto maior a perda em uma região, maior o impacto na tarifa do cliente, e com isso o bom cliente paga pelo furto de quem desvia ou frauda o consumo. As ligações clandestinas no Amazonas são feitas de forma pulverizada, em residências, condomínios, indústria e comércios.
Para combater o problema a Amazonas Energia investe em tecnologia, como os medidores aéreos instalados na capital amazonense.
“Os medidores instalados estão instalados em outras cidades brasileiras e é a grande arma para combater as perdas de energia”.
De acordo com a Aneel, o total de energia furtada no Brasil é de 6,7%. Denuncias sobre furtos pode ser feita pelo telefone e WhatsApp 0800 701 3001, pelo site amazonasenergia.com.


