
O recente anúncio do caça norte-americano de sexta geração, o Boeing F-47, despertou atenção entre analistas de defesa e aviação estratégica devido ao seu alto desempenho técnico.
De acordo com informações públicas, a aeronave tem velocidade máxima estimada em 2.470 km/h, o que permitiria cruzar a distância entre uma base aérea na Flórida (EUA) e a cidade de Manaus (Brasil) em aproximadamente 1 hora e 37 minutos, sem escalas.
A distância entre essas duas localidades é de cerca de 4.000 quilômetros, e a capacidade do F-47 de realizar esse percurso em tão pouco tempo é resultado de seu motor de nova geração, design furtivo e integração com sistemas avançados de navegação e inteligência artificial.
O F-47 foi desenvolvido dentro do programa Next Generation Air Dominance (NGAD) da Força Aérea dos Estados Unidos, que busca substituir caças como o F-22 Raptor.
Segundo comunicados oficiais, o projeto prioriza furtividade, velocidade supersônica sustentada, integração com sistemas não tripulados e eficiência em ambientes de alta contestação aérea.
Apesar de muitos detalhes ainda estarem sob sigilo, fontes abertas indicam que o F-47 é projetado para missões de longo alcance, com capacidade de operar a grandes altitudes e em velocidades superiores a Mach 2.
Para o pesquisador em segurança internacional Carlos Mendonça, a entrada de aeronaves como o F-47 no cenário global representa uma nova fase da aviação militar:
“Esse tipo de aeronave amplia significativamente o raio de ação de uma força aérea moderna. É natural que países com vastos territórios, como o Brasil, acompanhem esse tipo de desenvolvimento com atenção técnica”.


