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Amazonas abre 2.622 postos de trabalho formais em junho

O salário médio de admissão em junho foi de R$ 2.278,37, com aumento real de 1,09% em relação ao mês anterior. País supera 1,2 milhão de vagas com carteira assinada. Só no Amazonas, são 14,7 mil no ano


O estado do Amazonas registrou a criação de 2.622 novos postos de trabalho com carteira assinada no mês de junho de 2025, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). 

Forão 24.956 admissões frente a 22.334 desligamentos registrados no período.

No acumulado do ano, entre janeiro e junho, o Amazonas soma 14.701 novas vagas formais. Em comparação com o ano anterior, o estado havia encerrado 2024 com saldo de 33.715 postos formais de trabalho.

Os dados do MTE mostram que, em junho, o estado teve desempenho positivo em todos os cinco grandes setores econômicos monitorados. A indústria liderou a geração de postos com saldo de 862 empregos, seguida pelo comércio (780), construção (477), serviços (477) e agropecuária (56).

O perfil das novas contratações no Amazonas indicou predominância masculina, com 1.730 postos ocupados por homens. Pessoas com ensino médio completo representaram a maior parte das contratações, com 2.147 vagas preenchidas. A faixa etária de 18 a 24 anos concentrou o maior número de contratações, somando 1.654 postos de trabalho.

Em âmbito nacional, o Brasil acumulou 1.222.591 postos de trabalho formais no primeiro semestre de 2025. Somente em junho, foram 166.621 vagas. O estoque total de empregos com carteira assinada no país chegou a 48,41 milhões, o maior da série histórica do Novo Caged.

Entre os municípios amazonenses, a capital Manaus concentrou a maior parte dos postos gerados, com 2.391 novas vagas em junho. Outros destaques incluem Iranduba (160), Manacapuru (50), Rio Preto da Eva (43) e Itacoatiara (33). Manaus encerrou o mês com um estoque total de 515.408 vínculos formais ativos.

O setor de serviços liderou a geração de postos no primeiro semestre, com 643.021 vagas criadas, seguido pela indústria (229.858), construção (159.440), agropecuária (99.393) e comércio (90.876).

No recorte mensal, junho teve saldo positivo em todos os setores: serviços (77.057), comércio (32.938), agropecuária (25.833), indústria (20.105) e construção (10.665).

São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro lideraram entre os estados com maior geração de vagas. Amapá teve o maior crescimento proporcional. O Espírito Santo foi a única unidade federativa com saldo negativo, fechando 3.348 postos.

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