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Navio da Esquadra retoma navegação no Amazonas após 15 anos

A população de Manaus poderá visitar o NDCC “Almirante Saboia” nos dias 27 e 28 de setembro, das 10h às 18h, no cais das Torres, do Roadway. A entrada será gratuita.

O Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Saboia” atracou em Manaus (AM) intensificando a presença das Forças Armadas na Amazônia, região de difícil acesso e de importância estratégica para o Brasil.

O meio iniciou a navegação fluvial pelo Rio Amazonas no dia 13 de setembro chegando a capital amazonense neste domingo (21), marcando o retorno a essa rota após 15 anos, período que coincide com a última vez em que um navio subordinado ao Comando em Chefe da Esquadra navegou rumo à capital amazonense.

A presença do NDCC “Almirante Saboia” no Amazonas integra a Operação “Atlas 2025”, coordenada pelo Ministério da Defesa. Na ocasião, o meio realizou um deslocamento estratégico, transportando equipamentos e suprimentos importantes para a integração das Forças Armadas e o fortalecimento das capacidades de Comando e Controle.

Com 137,5 metros de comprimento, capacidade para até 840 toneladas de carga e 440 militares embarcados, o navio conduziu tropas da Marinha, do Exército e da Força Aérea, incluindo viaturas blindadas e equipamentos pesados, em um deslocamento inédito no contexto do exercício.

“A travessia pelo rio Amazonas reforça nossa capacidade logística e operacional de atuar em qualquer área do nosso País. Cada operação desse porte é uma oportunidade de treinar a interoperabilidade com as demais Forças e garantir que estejamos prontos para qualquer desafio”, afirmou o Comandante do NDCC “Almirante Saboia”, Capitão de Mar e Guerra Aroldo Leandro Pedro Júnior.

A Operação “Atlas 2025” é o maior exercício militar conjunto do País, reunindo Marinha, Exército e Força Aérea em ambiente prático de interoperabilidade. A prontidão adquirida é estratégica para o cenário interno e contribui para projetar internacionalmente o Brasil como Nação capaz de mobilizar forças em larga escala. O treinamento na Amazônia demonstra a capacidade dissuasória, a soberania e a integração das Forças Armadas, reforçando a posição do País como referência no cenário regional de defesa.

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