Durante a Festa do Leite, a companhia destacou em seu estande os avanços dos programas socioeconômicos e ambientais por meio do Projeto Potássio Autazes e, sob a liderança da Prefeitura de Autazes, um programa de desenvolvimento do município começa a ser desenhado pela UEA, em parceria com diversas instituições

Durante a XXV Festa do Leite de Autazes, a Potássio do Brasil reforçou seu compromisso com o desenvolvimento socioeconômico e sustentável do município ao apresentar o avanço de mais de 40 programas socioeconômicos e ambientais, em fase de implantação, juntamente com as obras do Projeto Potássio Autazes. As iniciativas estão sendo estruturadas para garantir que o crescimento de Autazes aconteça de forma organizada, responsável e alinhada às necessidades da população, do meio ambiente e das comunidades indígenas Mura.
Esses programas fortalecem a gestão pública, ampliam oportunidades de capacitação, diversificam a economia local, promovem ações de proteção ambiental e contribuem para elevar a qualidade de vida das famílias do município, respeitando o território, a cultura e as prioridades dos povos originários.
“Nosso compromisso é preparar a população para receber o projeto com todas as oportunidades que ele representa. Esses mais de 40 programas em implantação demonstram que o desenvolvimento socioeconômico esustentado de Autazes é uma prioridade para nós. Somos uma empresa cidadã e estamos estruturando ações de capacitação, fortalecimento institucional e iniciativas que geram melhorias reais, sempre respeitando Autazes e suas famílias”, afirma o presidente da empresa, Raphael Bloise.
Como parte desse processo, a Potássio do Brasil firmou Memorandos de Intenções com instituições estratégicas do Amazonas: a Universidade do Estado do Amazonas (UEA); a Secretaria de Estado de Energia, Mineração e Gás (SEMIG); o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (CETAM); o Instituto Federal do Amazonas (IFAM); o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Amazonas (SEBRAE-AM); o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Amazonas (SENAR-AM) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Amazonas (SENAI-AM). Os acordos estabelecem frentes de cooperação para qualificação profissional, fortalecimento institucional, capacitação técnica, estímulo ao empreendedorismo e desenvolvimento sustentável no município, como uma forma de preparação da região para receber o processo de implantação do Projeto Potássio Autazes.
A Potássio do Brasil, ao formalizar uma parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), tem na instituição uma forma de atuar de maneira planejada eestratégica nas áreas de educação, pesquisa aplicada e qualificação de mão de obra, com participação de docentes e discentes em ações formativas, estágios, estudos e projetos voltados ao fortalecimento da economia regional e da sustentabilidade ambiental.
Com planejamento consistente, parcerias sólidas e iniciativas em implantação, a Potássio do Brasil avança na construção de um futuro mais seguro, organizado e sustentável para Autazes e sua população. E com a liderança da Prefeitura de Autazes que irá implementartodo o programa de desenvolvimento do município.
Projeto Potássio
O Projeto Potássio Autazes segue seu cronograma de implantação cumprindo os passos estabelecidos na Licença de Instalação (LI) e suas condicionantes, emitida pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM). As obras estão na fase de atividades fundamentais de prospecção e monitoramento arqueológico, resgate de fauna e limpeza do terreno, essenciais para garantir o avanço do projeto para as etapas de terraplanagem e, depois, obras civis.
No entorno da região da Vila de Urucurituba, em Autazes, está todo o conjunto de obras da mina e usina de beneficiamento do potássio, bem como, o porto fluvial que irá escoar o potássio produzido, pelo rio madeira, por meio de barcaças.
A Potássio do Brasil também celebrou a assinatura de um Memorando de Entendimentos (MOU) com a Fictor & WTT SA (Fictor Energia) que financiará e construirá a linha de transmissão de energia que atenderá o Projeto Potássio Autazes, a um custo estimado de aproximadamente US$ 200 milhões, além de aportar um investimento estratégico de capital de US$ 20 milhões. A iniciativa assegura o fornecimento de energia limpa de longo prazo para o empreendimento e reforça a confiança de investidores no potencial do projeto.
Recentemente, um terceiro e último acordo comercial definitivo de fornecimento entre a Potássio do Brasil e a Kimia Solutions Ltda., integrante do grupo Bulkfertz, empresa de comercialização e distribuição de fertilizantes, garantiu um compromisso de 10 anos no modelo take-or-pay, pelo qual a Kimia se compromete a comprar um volume da produção de potássio do Projeto Potássio Autazes, a preços de mercado. Com isso, a Potássio do Brasil alcançou cerca de 91% da capacidade contratada do seu potássio que ainda será produzido.
O primeiro acordo fechado pela Potássio do Brasil trata do transporte da produção de potássio via barcaças fluviais de baixo custo, em parceria com a Amaggi, um dos maiores produtores agrícolas e operadores logísticos do Brasil. Com uma produção inicial prevista de até 2,2 milhões de toneladas anuais, a Potássio do Brasil estima atender cerca de 20% da demanda atual de potássio do Brasil. 100% da produção será fornecida ao mercado nacional, reduzindo a dependência de importações e, ao mesmo tempo, mitigando emissões de gases de efeito estufa (GEE).
Juntas, essas parcerias reduzem significativamente os riscos comerciais e de infraestrutura do Projeto Potássio Autazes.
Em paralelo a implantação do Projeto Potássio Autazes, a empresa implementará, sob a liderança da Prefeitura de Autazes e demais parceiros, mais de 40 programas socioeconômicos e ambientais na região, e apoiará a elaboração e implantação do Plano Bem Viver Mura – em desenvolvimento pelo Conselho Indígena Mura (CIM), que é o representante do Povo Mura de Autazes e os responsáveis pela condução da Consulta Livre, Prévia, Informada e de Boa-fé, concluída em setembro de 2023, em Assembleia Geral realizada na Aldeia Terra Preta da Josefa, com a presença de 94% das aldeias Mura representadas e aprovação superior a 90% dos presentes. O que superou os critérios mínimos estabelecidos no Protocolo Mura que são 60% de quórum e 60% de aprovação.


