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Vendas do comércio varejista, no Amazonas, recuam 1,0% e desempenho fica abaixo da média nacional

As vendas do comércio varejista no Amazonas apresentaram uma queda de -1,0%, na série com ajuste sazonal, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (11), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o antepenúltimo pior resultado entre as unidades da federação, de acordo com a pesquisa, no comparativo com o mês de setembro.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas também ficou negativo em -0,5% no mesmo período da pesquisa.

Dados nacionais

O comércio varejista brasileiro cresceu 0,5% em outubro, após queda de 0,3% em setembro. O resultado, divulgado nesta quinta-feira pelo IBGE, veio acima do esperado por analistas de mercado, que projetavam estabilidade no mês. Com isso, esse número representa a primeira alta mais significativa desde março.

Neste ano, o setor vinha apresentando um desempenho menos robusto em relação à 2024, em um cenário de desaceleração da economia como um todo, o que é reflexo de uma política monetária contracionista que vem dificultando as condições de crédito e reduzindo o poder de compra da população.

O que vem sustentando o comércio e impedindo maiores quedas é o mercado de trabalho ainda aquecido, com desemprego baixo e renda alta.

No ano, o varejo acumulou crescimento de 1,5%; acumulado em 12 meses foi de 1,7%. Na comparação com outubro de 2024, o crescimento foi de 1,1%

“A alta rompe com o padrão observado, de variações pequenas ou negativas. Foi uma alta espalhada, pois o volume de vendas cresceu em sete dos oito setores investigados pela pesquisa”, destacou Cristiano Santos, gerente da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC).

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