
O Ministério do Turismo e a UEA (Universidade do Estado do Amazonas) realizam pesquisa sobre turismo acessível a pessoas neurodivergentes. O estudo é pelo Programa Mais Acesso da UEA. Os interessados em participar podem responder o formulário até o dia 28 deste mês de fevereiro.
A finalidade é dar visibilidade ao tema e reunir dados que subsidiarão a elaboração de um guia com orientações e boas práticas para o atendimento inclusivo no setor turístico. Neurodivergentes são pessoas com autismo (TEA), TDAH, dislexia, discalculia e dispraxia.
“O turismo só é verdadeiramente completo quando todas as pessoas podem vivenciá-lo com autonomia, segurança e dignidade. Ouvir quem está diretamente envolvido é essencial para construir soluções eficazes”, diz Marklea Ferst, coordenadora do programa.
Além de identificar as necessidades sensoriais, comunicacionais e comportamentais dos turistas, o levantamento também pretende mapear boas práticas de acolhimento existentes. Para isso, o público-alvo da pesquisa inclui não apenas as pessoas com neurodivergências e seus familiares, mas também profissionais do turismo.


