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Procon Manaus divulga pesquisa sobre preços do gás de cozinha com variação de até 13,7%

A Prefeitura de Manaus, por meio do  Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus), divulgou, nesta sexta-feira (17), o resultado da pesquisa mensal de preços do gás de cozinha realizada em estabelecimentos da capital – ver no fim da matéria. O levantamento tem como objetivo reforçar a proteção dos interesses dos consumidores quanto aos preços e às ofertas de produtos e serviços.

A coleta de dados foi realizada no dia 14 de abril de 2026, pela divisão de Fiscalização do órgão, abrangendo 25 estabelecimentos distribuídos por todas as zonas da cidade. O levantamento analisou os botijões de gás de cozinha nos tamanhos de 7 quilos, 8 quilos e 13 quilos, considerando as distribuidoras em operação na capital. 

A metodologia utilizada na pesquisa foi baseada em coleta de dados por modelo híbrido, incluindo consulta a referências oficiais, levantamento direto em revendedoras e verificação em canais digitais, garantindo maior precisão nas informações obtidas. 

Em relação ao botijão de 13 quilos, padrão de mercado, os preços variaram conforme a distribuidora, sendo identificado o menor valor de R$ 119 e o maior de R$ 136,50. Já o botijão de 7 quilos apresentou preços entre R$ 74 e R$ 84, com diferença de R$ 10 entre o menor e o maior valor encontrado. No caso do botijão de 8 quilos, os preços variaram de R$ 73 a R$ 90, registrando diferença de R$ 17 entre os estabelecimentos pesquisados. 

Os valores constatados referem-se exclusivamente aos preços praticados para pagamentos à vista, não incluindo eventuais taxas adicionais, como a cobrança de entrega domiciliar, que podem variar conforme o estabelecimento e a localidade atendida. Ressalta-se ainda que os preços informados correspondem à data de realização da pesquisa, podendo sofrer alterações posteriores.

A presidente do Procon Manaus, Onilda Abreu, destacou que o levantamento funciona como uma ferramenta estratégica para ampliar o acesso à informação e fortalecer o poder de escolha do consumidor. “A partir do momento em que o consumidor conhece a realidade dos preços praticados na cidade, ele passa a ter mais autonomia para decidir onde comprar, evitando pagar mais caro pelo mesmo produto”, afirmou.

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