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Vídeo: Rodoviários paralisam em Manaus por atraso salarial; Prefeitura nega dívidas com o Sinetram

Motoristas e cobradores do transporte coletivo de Manaus iniciaram uma paralisação relâmpago na tarde desta segunda-feira (20). Convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, a categoria protesta contra o atraso no pagamento dos salários e acusa as empresas concessionárias de descumprirem decisões judiciais que determinam a quitação imediata dos vencimentos.

De acordo com o presidente do sindicato, Givancir Oliveira, a greve foi deflagrada diante da falta de respostas concretas por parte das empresas.

“Não há outra alternativa a não ser cruzar os braços. A categoria cansou de promessas”, declarou o líder sindical em vídeo divulgado nas redes sociais. Os trabalhadores afirmam que o movimento continuará até que os pagamentos sejam regularizados.

Com o início do manifesto, os ônibus começaram a ser recolhidos e estacionados gradualmente em importantes corredores viários da capital. A paralisação pegou a população de surpresa e gerou reflexos imediatos no trânsito e na rotina da cidade:

  • Pontos críticos: Longas filas de passageiros começaram a se formar no meio da tarde, com destaque para a Avenida Constantino Nery, nas proximidades dos terminais de integração.
  • Transporte alternativo: Diante da ausência de coletivos, usuários recorreram em massa a aplicativos de carros e motocicletas para conseguir chegar a residências, locais de trabalho e instituições de ensino.

Prefeitura contesta alegações e afirma estar em dia

Em nota oficial, a Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), informou que não possui qualquer débito pendente do ano de 2026 junto ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram). O Executivo municipal assegurou que as obrigações financeiras destinadas ao subsídio do setor estão regularmente executadas para o ano corrente.

A administração municipal reafirmou seu compromisso com a manutenção e o pleno funcionamento do sistema rodoviário urbano, destacando que adota as medidas necessárias para garantir a continuidade dos serviços. A prefeitura reforçou, ainda, que segue aberta ao diálogo construtivo com os sindicatos das classes, desde que haja respeito aos usuários do transporte público.

Até o fechamento desta matéria, as empresas concessionárias do sistema de transporte coletivo não haviam se pronunciado sobre o atraso nos salários ou sobre os planos de contingência para minimizar os transtornos à população manauara.

O presidente do sindicato, Givancir Oliveira, afirmou em vídeo gravado que a greve foi deflagrada diante da falta de solução para o impasse. “Não há outra alternativa a não ser cruzar os braços. A categoria cansou de promessas”, declarou.

Nota da prefeitura

A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), esclarece que não possui débitos pendentes do ano de 2026 junto ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), estando suas obrigações financeiras regularmente executadas para o ano corrente.

A prefeitura reafirma seu compromisso com a manutenção e o pleno funcionamento do sistema de transporte coletivo urbano, adotando as medidas necessárias para assegurar a continuidade da prestação do serviço e o atendimento à população manauara.

E reforça que segue no diálogo construtivo com os sindicatos das classes, que respeite os usuários do transporte coletivo.

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