
A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), para investigar a suposta ocorrência do crime de tráfico de influência. Ainda não há informação sobre quem é o relator do caso.
Outros dois pedidos de investigação – também por tráfico de influência – caíram por sorteio com o ministro do STF André Mendonça, que decidiu instaurar os procedimentos.
A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e diz que ele está à disposição para depor à Justiça brasileira caso seja necessário. O filho do presidente mora atualmente em Madri, na Espanha. Ele pode vir depor “caso seja necessário”, disse o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que é amigo e defensor de Lulinha.
O terceiro inquérito apura se ele atuou para favorecer a empresa 3Structure It Ltda., da área de tecnologia, e que tem contratos vigentes de R$ 55.721.051,62 com o governo federal.
No Supremo, ainda não houve a definição de um relator para o caso, mas é provável que a investigação seja conduzida pelo ministro André Mendonça por prevenção, já que ele conduz os outros dois inquéritos.


