Mobilização em defesa da liberdade e do estado democrático de direito percorreu diferentes zonas da capital, reunindo milhares de apoiadores da direita

“Está na hora de dar um novo grito de independência. Nós não aceitamos a escravidão”, declarou o candidato ao Senado, Capitão Alberto Neto, diante da multidão vestida com as cores do Brasil que participou do ato patriótico da direita do Amazonas neste 7 de Setembro, data em que se comemora o Dia da Independência do Brasil, proclamada em 1822.
A mobilização, convocada pela Tropa da Mudança, iniciou na Ponta Negra, Zona Oeste, e atravessou a capital em uma grande motocarreata — uma verdadeira onda verde e amarela que encerrou no Parque Gigantes da Floresta, divisa entre as zonas Leste e Norte de Manaus —, mostrando que o povo amazonense está junto com a Tropa no projeto de resgate do Amazonas e do Brasil.
“Hoje é 7 de Setembro. É um dia histórico para o nosso país, onde o povo se levantou para dizer que quer ser livre. Dom Pedro gritou às margens do Rio Ipiranga: ‘Independência ou Morte!’. Eu quero dizer para vocês que estão querendo escravizar novamente o nosso povo, mas nós não vamos aceitar um ditador. Alexandre de Moraes está usando a toga para oprimir o nosso povo e prender pessoas inocentes. Mas o nosso Deus não dorme, e a toga dele vai cair”, disse.
Fora Moraes
Em meio a bandeiras do Brasil e gritos de “Fora Moraes”, Alberto Neto reforçou a defesa de uma reação firme do Senado ao autoritarismo do ministro Alexandre de Moraes e defendeu que o povo volte às ruas quantas vezes forem necessárias para restabelecer a democracia, a ordem e o progresso do país.
“Nós vamos continuar indo às ruas até esse ditador cair. Se fosse qualquer um de nós, já estaríamos na cadeia. E quem tem a responsabilidade de julgar o ministro Alexandre de Moraes é o Senado da República. Infelizmente, os nossos senadores estão devendo ao nosso país, estão de joelhos perante o ditador. Mas eu quero dizer para vocês que o nosso povo se levantou. A toga está caindo, e eu quero estar no Senado, colocado por vocês, para lutar pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes”, afirmou.
Tropa unida contra a ditadura
Participaram do ato em defesa do estado democrático de direito a candidata ao Governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo, e grande parte da Tropa da Mudança, acompanhada dos candidatos a deputado federal e estadual que fazem parte da Coligação “Mudar é urgente”, formada pelos partidos PL e Novo no Amazonas.
Em sua mensagem, a Professora Maria do Carmo reforçou o caráter patriótico da mobilização e defendeu que o país preserve a liberdade, o respeito às leis e a credibilidade das instituições.
“Hoje é um dia muito especial porque é o dia da nossa Independência, e nós precisamos reiterar continuamente que somos um povo livre, que não vai se deixar escravizar por aqueles que querem dominar pela força. Quem faz coisas contrárias à lei tem que sofrer as consequências e as punições previstas na legislação. Nós vamos conseguir resgatar a credibilidade do STF”, enfatizou.
Vai ter Bolsonaro
Defendendo o projeto de direita para libertar o Brasil, o candidato convocou a população a fazer parte da história de mudança que o país busca e a eleger Flávio Bolsonaro como o próximo presidente da República.
“Eles fizeram de tudo para não ter Bolsonaro na eleição. Mas tem Bolsonaro na eleição, sim! A história está sendo escrita, e vocês estão fazendo parte dela. E aqui no Estado, Deus escolheu uma mulher de pulso firme, coragem e competência para colocar ordem no Amazonas e colocar os corruptos na cadeia: o nome dela é Professora Maria do Carmo”, declarou.
No encerramento, Alberto Neto chamou o povo amazonense para votar no 22 no dia 4 de outubro. “É 22 para libertar o Amazonas, é 22 para fazer o Amazonas prosperar. É Flávio Bolsonaro presidente 22. É Professora Maria do Carmo governadora 22. Votem na nossa tropa do PL para deputado federal e deputado estadual. Vamos fazer uma bancada forte. E para o Senado, é Capitão Alberto Neto 222”, finalizou.


