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Brazil Potash reduz capex inicial com contrato de energia

A Brazil Potash Corp. (NYSE-American: GRO), uma empresa de exploração e desenvolvimento de minerais críticos que está avançando o Projeto Potássio Autazes no estado do Amazonas, Brasil, anunciou hoje (14), que sua subsidiária brasileira integral, Potássio do Brasil Ltda., assinou um acordo definitivo com a Gera Center Amazônia Serviços e Locações de Máquinas e Equipamentos Ltda., uma empresa brasileira de geração de energia, para a implementação, operação e manutenção de uma usina modular de energia para o Projeto Potássio Autazes. O acordo segue o memorando de entendimento não vinculante anunciado em maio de 2026 e prevê um prazo de 28 anos: cinco anos de fornecimento de energia durante a construção, seguidos de 23 anos como energia de backup após o início da operação da mina.

“A energia é uma das infraestruturas mais críticas para construir e operar uma mina na Amazônia, e este acordo representa um passo importante para garantir a infraestrutura de energia confiável necessária ao Projeto Potássio Autazes. Ao firmar parceria com a Gera Center sob uma estrutura Build-Own-Operate, preservamos o capital de construção da mina, ao mesmo tempo em que tomamos medidas para garantir que o Projeto Potássio Autazes tenha a energia confiável de que precisa, tanto para a construção quanto para toda a vida útil da operação. Este acordo também faz parte de nossa estratégia mais ampla de trabalhar com parceiros especializados em infraestrutura para reduzir as necessidades de capital inicial à medida que avançamos o Projeto rumo à construção,” disse Sergio Leite, Presidente da Potássio do Brasil.

Por que isso é importante para o ProjetoO local do projeto em Autazes ainda não tem acesso à rede elétrica do Brasil. Sob este acordo, a Gera Center fornecerá e instalará geradores a diesel para energizar a construção do Projeto até que a conexão à rede seja concluída, e esse mesmo equipamento servirá posteriormente como energia de backup para a mina assim que uma linha de transmissão planejada conectar o local à rede nacional (SIN).

Principais termos

  • Estrutura: Um acordo Build-Own-Operate (BOO). A Gera Center financia, constrói, é proprietária e opera a usina por 28 anos. O sistema inicialmente dará suporte à construção do Projeto e, posteriormente, operará em modo de reserva como energia de backup.
  • Equipamento: 45 geradores modulares a diesel em contêineres, atingindo capacidade máxima de 20 megawatts. A capacidade inicial será de 10 megawatts, aumentando para 20 megawatts ao longo do primeiro ano, com a mobilização inicial a ser concluída em até 120 dias após a emissão da Ordem de Início (Order to Proceed).
  • Operação Contínua: Energia para construção (~5 anos): Durante o período de operação contínua, o acordo estabelece níveis contratuais de disponibilidade de pelo menos 98% ao mês e 98,5% ao ano.
  • Operação de Reserva: Energia de backup (~23 anos): Após o período de operação contínua, o sistema de geração de energia passará para a operação de reserva, fornecendo energia de backup para o Projeto.
  • Impacto de custo: o acordo remove aproximadamente US$ 33 milhões em gastos relacionados a energia do orçamento inicial de construção do Projeto (com parte da recuperação de custos da Gera Center ainda ocorrendo durante o período de construção de 5 anos) e deverá gerar aproximadamente US$ 10 milhões em economias líquidas ao longo da vigência do contrato, em comparação com estimativas de custo anteriores do Projeto.

Este é um dos vários acordos que a Brazil Potash está buscando para transferir o custo da construção de infraestrutura para parceiros externos que financiam, são proprietários e operam os equipamentos em vez da Companhia. O objetivo é reduzir o quanto a Brazil Potash precisa captar e gastar antes que a mina comece a produzir potássio, aumentando assim os retornos para os investidores de capital, ao mesmo tempo em que garante a energia confiável de que o Projeto precisa tanto para a construção quanto para a operação da mina no longo prazo.

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