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Governo identifica 457 imóveis e 70 famílias do Monte Horebe que podem receber auxílio-aluguel

Balanço do primeiro dia de desocupação contabiliza demolição de 300 imóveis que não eram utilizados para moradia

Famílias fazem cadastro para receber auxílio-aluguel. Foto: Secom

Em balanço divulgado no final da tarde desta segunda-feira (02), o Governo do Amazonas contabiliza a identificação de 457 imóveis no Monte Horebe, área irregular na zona norte de Manaus, onde o Estado cumpre ação de reintegração de posse.

Mais de 300 barracos foram demolidos durante o primeiro dia do processo de reintegração de posse da invasão Monte Horebe, na Zona Norte de Manaus. A Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM) informou que quatro pessoas foram presas dentro da invasão ao longo do dia e que três empreendimentos, das polícias Militar e Civil, serão construídos posteriormente na região.

“Em uma dessas áreas aqui vai ser a sede do Batalhão de Choque da Polícia Militar. Vai ter aqui também um Comando de Policiamento de Área, da área norte. Vai ter também uma delegacia, principalmente para atender a comunidade do Viver Melhor, que será a segunda etapa dessa operação”, disse.

Apesar de detalhar o que será instalado na região, Bonates não deu um prazo para conclusão das obras.

Acordo – Até às 17h de ontem , 84 famílias, que fizeram cadastramento inicial no momento da identificação das residências, procuraram o atendimento social montado no Colégio Militar da Polícia Militar VI (CMPM VI), no Residencial Viver Melhor. Desse total, 70 famílias já saíram de lá com os acordos que asseguram o pagamento do auxílio-aluguel de R$ 600 até a adoção definitiva da solução de moradia.

Atendimentos – Ao todo, 160 servidores estaduais atuam diretamente nas ações de assistência social. Cerca de mil servidores, incluindo as forças de segurança, dão apoio as ações para desocupação que, de acordo com o secretário estadual de Segurança, foram tranquilas nesta segunda-feira.

“Não houve resistência. Houve algumas pessoas reclamando, o que é natural que isso aconteça, mas o trabalho foi desenvolvido tranquilamente. Eles viram que a ação do Estado é diferenciada de tudo que já foi feito. Foi uma ocupação pacífica, com muito diálogo com eles (comunidade). Foi tranquilo e temos certeza que amanhã vai ser dessa mesma forma”, afirmou o coronel Bonates.

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