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Ronaldinho e o irmão pagaram R$30 mil por passaportes falsos

O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e seu irmão e empresário Assis viram o caso da prisão de ambos ganhar novo capítulo esta semana após depoimentos darem conta que ambos pagaram cerca de 6 mil dólares, ou R$30 mil em valores convertidos, por cada passaporte falso, versão diferente da dada por ambos de que o documento havia sido um presente da empresária Dália López, apontada como responsável por um grande esquema que toma o Paraguai.

Um dos depoimentos apontou que o valor foi pago a Iván Ocampos Miño, um homem de 31 anos que revelou ser próximo da família de Dália, que segue foragida. Segundo ele, o responsável pela confecção dos passaportes de Ronaldinho, Assis e do empresário Wilmondes Lira, que apresentou o irmão do craque à Dália, foi Bernardo Arellano, que recebeu o dinheiro das mãos da empresária.

Um amigo de Iván, que chamava Dália López de “tia”, Sebatian Medina também deu depoimento e revelou ter sido ameaçado de morte por Arellano para que não fosse entregue às autoridades.

Ronaldinho e Assis seguem presos em uma prisão do Paraguai e o próximo passo das investigações é a perícia no celular de ambos, que pode encaminhar ainda mais a profundidade do esquema. Os brasileiros foram detidos no dia 6 de março. Dália teve prisão decretada no dia 7 do mesmo mês, mas está foragida desde então.

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