A comercialização de pacotes turísticos para visitação nas comunidades indígenas e ribeirinhas, em Unidades de Conservação (UCs), continuam probibidas, apesar do funcionamento das agências de turismo

A Empresa Estadual de Turismo do Estado do Amazonas (Amazonastur) divulgou nota informando que continua suspenso o transporte fluvial de passageiros, a visitação a comunidades indígenas e ribeirinhas em Unidades de Conservação (UCs).
A comercialização de pacotes turísticos para essas localidades, no período da pandemia, está proibida e quem descumprir o decreto pode ser penalizado.
A primeira fase do Plano de Abertura do Amazonas autorizou a abertura das agências de turismo, mas até o fim da crise, está suspensa a comercialização de pacotes turísticos com passeios ou visitações para esses locais.
A nota destaca que a portaria 32/2020, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), de 17 de março último, proibindo as visitas, continua em vigor para evitar a propagação do novo coronavírus no estado.
Segundo o documento, o turismo nas comunidades indígenas e ribeirinhas, nas UCs, só será permitido a partir do momento em que for constatado que não há risco tanto para o visitante quanto para a população das localidades.
Os órgãos governamentais federais, estaduais, municipais e entidades não governamentais estão elaborando um protocolo de biossegurança para essas atividades.
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