
Equipamentos de raio-x portáteis de última geração foram entregues, nesta semana, para unidades da rede pública de saúde do Amazonas, em Manaus. Os aparelhos vão permitir o atendimento móvel dos pacientes em seus leitos evitando a remoção para o setor de imagem dos hospitais e prontos-socorros.
Receberam os equipamentos o Hospital e Pronto-Socorro da Criança da Zona Oeste (HPSC), além dos Hospitais e Prontos-Socorros 28 de Agosto, Platão Araújo, João Lúcio e o Hospital Universitário Francisca Mendes.
Os novos equipamentos vão substituir os antigos, alguns com até 20 anos de uso e que estavam obsoletos, apresentando constantes defeitos. A renovação do parque de imagem faz parte da modernização da rede de atendimento.
“Até o final deste ano, iremos investir mais, pelo menos, R$ 8 milhões já autorizados pelo governador Wilson Lima para essa modernização do parque de equipamentos da rede. Um parque que estava muito antigo, obsoleto. Nós temos aí, por exemplo, tomógrafo de 2007 (13 anos de uso), sendo substituído”, informou o secretário da Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo.
Lançado há pouco mais de um mês, o Programa Saúde Amazonas tem coo objetivo modernizar o sistema de saúde do estado. O planejamento é para os próximos dois anos.
“O objetivo das nossas ações sempre é o paciente, sempre é assistência na ponta. É o cidadão ter um atendimento de qualidade, um atendimento rápido, principalmente, e estamos trabalhando muito fortemente na humanização desse atendimento”, diz Campêlo.

Equipamento de ponta – Cada uma das cinco unidades recebeu um aparelho de raio-x digital portátil. Os novos raio-x podem enviar as imagens do exame diretamente ao prontuário do paciente. Os laudos também são disponibilizados eletronicamente, assim que são emitidos, além de impressos.
Para o secretário-executivo de Atenção Especializada da Capital, Thales Schincariol, os equipamentos oferecem maior capacidade de definição de diagnóstico e, ainda, aumentam a segurança ao paciente, profissionais de saúde e ao meio ambiente.
“Ele agiliza as imagens que são impressas, que podem ser colocadas num sistema, porque hoje são sistemas digitais, nos hospitais que já têm sistemas integrados, reduzindo a necessidade dos papéis e os impressos que também utilizam reagentes químicos para fazer a revelação”, finalizou.


