
O Amazonas deu um primeiro passo para a compra direta de vacina do Instituto Butantan, que produz o imunizante chinês CoronaVac no Brasil em parceria com a empresa chinesa Sinovac, e da AstraZenica, fabricante da Oxford.
A estado pode adquirir a vacina e ser reembolsado pelo Ministério da Saúde, que já sinalizou positivamente para a iniciativa. Além do Amazonas, outros 14 estados também podem fazer a compra direta: Piauí, Espírito Santo, Amapá, Pará, Rio Grande do Sul, Paraíba, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Acre e Bahia.
Um ofício já foi enviado ao Instituto Butantan para conhecer o cronograma e a capacidade de produção, após uma reunião de governadores com a participação do governador Wilson Lima, na última sexta-feira (19).
No encontro, ficou definido que, além do contato com o Butantan, os governadores tentarão negociar com a AstraZeneca. Os contatos seguem as normas do Plano Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.
O governador do Piauí, Wellington Dias, enviou a carta ao Butantan em nome dos governadores. Escreveu ele: “Pleiteio ainda que o Instituto Butantan, por intermédio de sua reconhecida capacidade, viabilize, caso seja possível, alternativas para a vacinação no País, obtendo mais doses de imunizantes além dos já contratados, com o propósito de antecipar, para data anterior a julho deste ano, a previsão de produção de IFAs no Brasil”.
Saiba mais
Até este sábado (20), o Amazonas já havia vacinado pouco mais de 5% da sua população. Os primeiros, que incluem idosos acima de 70 anos e profissionais de saúde já alcançou mais de 83% e faltam menos de 5 mil pessoas na faixa etária de acima de 70 anos e 1,9 mil trabalhadores da rede pública e privada da rede de saúde do estado.


