
O delegado Jander Rocha, da Polícia Civil do Amazonas em Juruá (a 744 quilômetros de Manaus), disse nesta terça-feira (27) em entrevista coletiva que o pai de Ravy Araújo, de 3 anos, o obrigou a engolir ‘chumbinho’. A criança morreu por envenenamento. O homem tem 51 anos e não teve o nome divulgado, mas o delegado disse que ele confessou que matou o filho por vingança contra a ex-esposa, de 28 anos. O crime ocorreu na segunda-feira (26).
Jander Rocha disse que a mulher encontrou o ex-marido ingerindo bebida alcoólica em um bar acompanhado do filho. Ao tentar retirá-lo do local, houve uma discussão que prosseguiu até o quarto de hotel onde o suspeito estava hospedado. “Ele se negou a entregar a criança, arrastou o menino pelo braço até o quarto e a mulher, ao segui-lo, passou a ser agredida”, relatou o delegado.
Jander Rocha disse que o homem forçou o filho a engolir o veneno e também ingeriu a substância.
A polícia localizou o homem ao ser acionada pela direção do hospital onde a mulher foi atendida com cortes no peito, no lábio e dentes quebrados. Para entrar no quarto do hotel os policiais arrombaram a porta. “Ele foi encontrado deitado na cama, abraçado com o filho. Naquele momento, aparentemente, ambos estavam bem”, disse. Um copo com o veneno foi encontrado no local.
Uma hora depois, o homem passou mal e foi levado ao hospital junto com o filho. A criança não resistiu aos efeitos do veneno e morreu. O pai está internado em estado grave.
O “chumbinho” é um veneno raticida clandestino, extremamente tóxico e proibido no Brasil desde 2012 pela Anvisa. Ele não é um produto específico, mas sim o desvio ilegal de agrotóxicos agrícolas (como aldicarbe ou terbufos) usados para controle de pragas em lavouras. É considerado um alto risco para a saúde pública.
O delegado Jander Rocha, da Polícia Civil do Amazonas em Juruá (a 744 quilômetros de Manaus), disse nesta terça-feira (27) em entrevista coletiva que o pai de Ravy Araújo, de 3 anos, o obrigou a engolir ‘chumbinho’. A criança morreu por envenenamento. O homem tem 51 anos e não teve o nome divulgado, mas o delegado disse que ele confessou que matou o filho por vingança contra a ex-esposa, de 28 anos. O crime ocorreu na segunda-feira (26).
Jander Rocha disse que a mulher encontrou o ex-marido ingerindo bebida alcoólica em um bar acompanhado do filho. Ao tentar retirá-lo do local, houve uma discussão que prosseguiu até o quarto de hotel onde o suspeito estava hospedado. “Ele se negou a entregar a criança, arrastou o menino pelo braço até o quarto e a mulher, ao segui-lo, passou a ser agredida”, relatou o delegado.
Jander Rocha disse que o homem forçou o filho a engolir o veneno e também ingeriu a substância.
A polícia localizou o homem ao ser acionada pela direção do hospital onde a mulher foi atendida com cortes no peito, no lábio e dentes quebrados. Para entrar no quarto do hotel os policiais arrombaram a porta. “Ele foi encontrado deitado na cama, abraçado com o filho. Naquele momento, aparentemente, ambos estavam bem”, disse. Um copo com o veneno foi encontrado no local.
Uma hora depois, o homem passou mal e foi levado ao hospital junto com o filho. A criança não resistiu aos efeitos do veneno e morreu. O pai está internado em estado grave.
O “chumbinho” é um veneno raticida clandestino, extremamente tóxico e proibido no Brasil desde 2012 pela Anvisa. Ele não é um produto específico, mas sim o desvio ilegal de agrotóxicos agrícolas (como aldicarbe ou terbufos) usados para controle de pragas em lavouras. É considerado um alto risco para a saúde pública.


