
Uma carga do Ministério da Saúde com sete usinas de oxigênio saiu do aeroporto internacional do Rio de Janeiro, às 11h de hoje (17), com destino a Manaus em um cargueiro Boeing 737-400F da Azul.
Ao todo são 15 toneladas de carga contendo as usinas de produção de oxigênio – sendo uma capaz de produzir 33m³ de oxigênio por hora, uma capaz de produzir 17m³ de oxigênio por hora, e as demais com capacidade de produção de 13m³/hora.
Além do voo de hoje com o Boeing 737, a Azul Linhas Aéreas colocou suas aeronaves à disposição para o transporte da vacina e, além disso, tem levado outras cargas.
“Nossa intenção é ajudar o Brasil e os brasileiros e não mediremos esforços para oferecer apoio logístico no transporte de materiais para o combate à Covid-19. Estamos prontos para voar à Índia e também para transportar o que for necessário dentro do Brasil no intuito de ajudar o país na atual situação”, disse o presidente da Azul, John Rodgerson.

Entrada em operação
As usinas contribuirão com o sistema de gases medicinais de cada unidade, fazendo com que a longo prazo o overno estadual economize com a compra de oxigênio.
As usinas evitarão, ainda, que os tanques das unidades sejam abastecidos de forma frequente. A estimativa é de que as usinas entrem em funcionamento após três dias de instalação, de acordo com o Ministério da Saúde.
Inicialmente, duas usinas vão abastecer a enfermaria de campanha do Hospital Delphina Aziz. Três vão atender os hospitais Platão Araújo, Francisca Mendes e Instituto de Saúde da Criança do Amazonas (Icam). Outras duas restantes serão destinadas a outros hospitais a serem definidos.
Além das sete usinas doadas pelo Ministério da Saúde, está prevista ainda para este domingo a chegada de outras cinco estruturas doadas pelo Sírio Libanês. O carregamento vem de Campinas (SP) e será destinado pelo Governo do Amazonas às maiores unidades do interior.


