/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2021/x/F/cZl0gcSri1dku3JQ0azw/whatsapp-image-2021-07-30-at-07.29.16-1-.jpeg)
Em sua terceira final olímpica, Bruno Fratus enfim realizou o sonho de criança e conquistou uma medalha ao ficar com o bronze nos 50m livre nas Olimpíadas de Tóquio-2020, na noite deste sábado (31), com o tempo de 21s57.
O ouro ficou com o americano Caeleb Dressel e Florent Manadou, da França, completou o pódio, com a prata, ao marcar 21s53.
Como era esperado, a sensação americana Caeleb Dresssel não deu chances aos rivais. Dressel cravou 21s07, um tempo 0,23 que a marca anterior estabelecida pelo brasileiro Cesar Cielo em Pequim-2008. Assim, além do ouro, pulverizou o recorde olímpico e estabeleceu um novo patamar.
Depois das frustrações em Londres-2012 e no Rio de Janeiro-2016, quando ficou em quarto e em sexto, respectivamente, Fratus se consolidou como um dos protagonistas em provas de velocidade.
Deu a volta por cima e acumulou bons resultados em Mundiais, ao conquistar duas pratas (2017 e 2019), o que o credenciou à disputa pelo pódio em Tóquio.
Um dos principais velocistas do país, Fratus nasceu em Macaé (RJ). Foi em São Paulo que ele explodiu, depois de passar a ser treinado por Albertinho Silva. E depois teve como técnico o australiano Brett Hawke. Hoje, Fratus é treinado pela esposa e nadadora Michelle Lenhardt.


