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Casos de Síndrome Respiratória crescem 173% e mortes chegam a 969% em 2020 no AM

A faixa etária mais atingida pela SRAG é de 40 a 59 anos e idosos, que apresentam um aumento casos de 1.623% e 1.683%, respectivamente

Casos de síndrome respiratória aguda grave aumentaram - Taroba ...

De janeiro até o último dia 6 de maio, foram notificados no Amazonas perto de quatro mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), como a Influenza A e B, Vírus Sincicial Respiratório (VSR), Adenovírus, Parainfluenza, Coronavírus e Metapneumovírus, que atacam o sistema respiratório e podem levar o paciente a morte.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve um aumento significativo de 173% quando foram registrados 1.450 casos. Com relação ao número de casos fatais por SRAG, as ocorrência são de 759 óbitos, enquanto que em 2019 foram 71, o que representa um crescimento de 969%. Os dados são do último informativo atualizado da situação epidemiológica de SRAG, divulgado neste fim de semana pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS/AM).

Para a diretora-presidente do órgão, Rosemary Pinto, a SRAG pode levar a complicações clínicas e internações hospitalares, o que não é recomendável no momento atual de hospitais lotados de pacientes infectados com o novo coronavírus. “A maioria dessas infecções é de origem viral. Dentre elas, Influenza A e B, Vírus Sincicial Respiratório (VSR), Adenovírus, Parainfluenza, Coronavírus e Metapneumovírus, as mais frequentes”, alerta.

A maioria dos casos de SRAG registrados pela FVS/AM este ano está na faixa etária entre 40 a 59 anos e idosos com 60 anos ou mais. Essas são os mais afetados, que apresentaram maior variação, com aumento de 1.623% e 1.683%, respectivamente, de casos.

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