
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) colocou 13 estados, incluindo o Amazonas, em alerta para perigo de tempestades que podem causar estragos entre esta terça-feira (25) e quarta-feira (26). Há risco de ventos que podem chegar a 100 km/h.
Ainda conforme o órgão, há chances de chuvas de até 100 milímetros por dia, com possibilidade de queda de granizo e risco de corte de energia elétrica. A previsão indica, ainda, a possibilidade de estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.
O sistema deve avançar para o Norte do Brasil a partir de quinta-feira (27), levando chuvas fortes para o Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia e Amazonas.
Veja os estados em alerta laranja
- Bahia
- Goiás
- Mato Grosso
- Minas Gerais
- Rio de Janeiro
- Roraima
- Tocantins
- Amazonas
- Espírito Santo
- Maranhão
- Pará
- Piauí
- Rondônia
Nessa fase, o ciclone deve provocar chuva no Leste paulista, no Rio de Janeiro, no Norte e Leste de Minas Gerais e no Espírito Santo. Especialmente no território capixaba, há risco de chuva forte e temporais.
“Entre quarta (26) e quinta (27), o sistema estará plenamente configurado no oceano, próximo das coordenadas 27ºS e 35ºO, mais distante da costa e com pressão mínima entre 995 hPa e 997 hPa. A partir daí, o ramo frontal associado ao ciclone avança para o Norte, levando precipitação forte para o Norte do Espírito Santo, Norte de Minas e Sul da Bahia, onde pontos isolados podem registrar volumes muito altos em curto período”, informa o instituto.
Para o restante da semana, as projeções indicam que o ciclone seguirá se afastando rapidamente em direção ao Leste-Sudeste, permanecendo em mar aberto até se dissipar entre 30 de novembro e 1º de dezembro, já muito longe da América do Sul.
O Inmet disparou alertas de tempestades para todo o Sudeste e Sul, além de outras regiões, incluindo a classificação vermelha, a mais severa do instituto. Estão nessa condição 56 cidades do Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina.
O Inmet prevê chuva superior a 60 mm/h ou maior que 100 mm/dia, ventos superiores a 100 km/h e queda de granizo. Há grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário.


