
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta anunciou neste domingo à tarde, em entrevista coletiva virtual online, que os primeiros testes rápidos para detecção do novo coronavírus estarão disponíveis nos próximos oito dias. Os equipamentos vem da China e terão capacidade de fazer até 10 milhões de testes.
No sábado, o ministério informou que 5 milhões de testes rápidos serão distribuídos a todo o país, num prazo de oito dias, para detecção da infecção pelo novo coronavírus. Outros 5 milhões serão providenciados na semana seguinte, segundo a pasta.
O que os secretários do ministério presentes na entrevista coletiva no sábado disseram é que existe uma diferença entre os 27 mil testes feitos até agora, que detectam partículas do vírus, e os testes rápidos, do tipo sorológico, voltado à detecção de anticorpos.
Segundo as primeiras informações divulgadas pelo ministério sobre os testes rápidos, neste domingo, o procedimento contratado é do tipo PCR, e não sorológico. A empresa fornecedora é a WONDFO, da China, país com quem o Brasil entrou em crise diplomática após declarações do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho 03 do presidente Jair Bolsonaro e presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.


