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Após ter a administração questionada no fim de sua gestão com a entrega de obras inacabadas como o viaduto do Manoa e terminais rodoviários urbanos, o ex-prefeito Arthur Virgílio Neto (PSDB) sofreu ontem mais um revés na atuação à frente da Prefeitura de Manaus.
O depoimento na CPI da Covid-19 no Senado Federal, na manhã de ontem (25), da secretária do Ministério da Saúde (MS), médica Mayra Pinheiro, colocou em cheque o seu trabalho na saúde básica da capital do Amazonas no combate a pandemia.
A médica foi enfática ao afirmar que sua equipe encontrou várias Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Manaus fechadas, algumas com cadeados, e as que estavam funcionando tinham carência de funcionários e medicamentos.
“Pessoas estavam na porta em busca de atendimento em um dos momentos mais graves da pandemia”, disse ela com base nos relatórios recebidos de sua equipe nos primeiros dias de janeiro de 2021.
A secretária reafirmou que teve uma das experiências profissionais mais marcantes da sua vida como médica durante sua estada nos primeiros dias do ano na capital do Amazonas.
O atual prefeito, David Almeida, assumiu o cargo em 1 de janeiro e priorizou o setor com o reforço da rede básica com quatro UBS móveis, em caminhões containers refrigerados, para atendimento itinerante aos moradores das cinco regiões da cidade.
A secretária municipal de Saúde (Semsa), Shádia Fraxe, afirmou que assim que assumiu, o prefeito David Almeida ampliou para 22 o número de unidades preferenciais para atendimentos a casos suspeitos de Covid-19, expandindo uma área na UBS Nilton Lins, Zona Centro-Sul, restabelecendo o funcionamento de três Unidades Básicas de Saúde móveis, também exclusivas para assistência em Covid-19.


