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Dia Nacional da Biblioteca: AM reforça importância

“A biblioteca parece silenciosa, mas é como tem que ser, pois ela é guardiã da cultura de um povo”, informa Márcio Souza, diretor do departamento de gestão de bibliotecas da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

No dia 9 de abril é comemorado o Dia Nacional da Biblioteca, e uma grande referência de preservação e cuidado é a Biblioteca Pública do Amazonas, na Rua Barroso, esquina com a Avenida Sete de Setembro, no Centro de Manaus.

O secretário de cultura, Marcos Apolo Muniz, ressalta que a biblioteca renova a história amazonense e movimenta o cenário literário do estado.

“A Biblioteca é um marco na nossa história, já passou por um incêndio e se manteve firme. Todo cuidado é encorajado para manter a cultura viva por meio da literatura. Temos um acervo gigante de viagens pelo rio, pela Amazônia, pela nossa história e isso nos mantém ricos de forma literária e cultural. O espaço recebe eventos culturais, trocas de livros e até lançamentos, a biblioteca é um instrumento que mantém a história amazonense viva e atualizada”, disse o secretário.

Para o jornalista, escritor e, agora, diretor do departamento de gestão de bibliotecas, Márcio Souza, a Biblioteca Pública do Amazonas é importante para a memória de grandes nomes da literatura e, também, das vivências de cada época.

Márcio Souza informa que o acervo está para além dos livros, tendo um espaço com telas antigas e um prédio preservado no centro histórico de Manaus.

Visitação


A Biblioteca Pública do Amazonas recebe, em média, 12 mil visitantes ao ano e os visitantes podem encontrar no térreo da biblioteca, o balcão de atendimento ao cliente e a famosa escadaria principal em arco aberto em ferro trabalhado, que foi encomendada da cidade de Glasgow, na Escócia.

Já no primeiro andar, há dois salões: Genesino Braga e Thalia Phedra Borges dos Santos, com acervo de 32 mil obras raras e amazônicas para consulta.

No segundo andar são 35 mil volumes dos mais variados temas para pesquisa, além de um lugar confortável para ler e estudar.

Mais dois salões se encontram neste andar: Salão Lourenço Pessoa, com uma coleção de mais 30 mil jornais, que datam até 1886 e que podem ser consultados e o salão Maria Luiza de Magalhães Cordeiro, onde está a Gibiteca, com uma variedade de quadrinhos infantojuvenis, e o Telecentro, onde o visitante pode usar a internet para estudos.

Segundo Márcio Souza, a participação popular no acesso aos livros é uma tradição e que traz grande retorno para o Amazonas.

A Biblioteca Pública do Amazonas funciona de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h. O acesso é gratuito.

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