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Eneva avalia escoar gás por balsas em rios no Amazonas

Há uma demanda potencial de GNL na região Amazônica de 1,8 milhão de metros cúbicos por dia

A Eneva anunciou, nessa terça-feira (8), que estuda transportar gás natural liquefeito em balsas desde o rio Solimões, no Amazonas. As cargas do produto sairiam do campo do Juruá até Manaus e Itacoatiara. 

Um projeto está sendo desenvolvido, conforme informou a empresa ao Valor Econômico. Até um estaleiro já está em parceria para desenvolver o plano. A previsão é iniciar o desenvolvimento do campo em 2024, com expectativa de início de produção entre 2026 e 2027. 

De acordo com a ideia em desenvolvimento, o gás seria liquefeito no campo de Juruá, adquirido pela empresa em 2021, e de lá viajaria por quatro dias até o destino. 

Dessa forma, o gás extraído no Amazonas poderá abastecer usinas termelétricas, ser distribuído na região Norte e até exportado. Nos sistemas isolados de geração de energia, o produto pode substituir o óleo diesel. 

Conforme calcula a companhia, o potencial de demanda pelo gás na região amazônica é de 1,8 milhão de metros cúbicos por dia.

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