
A escolhida para tomar a CoronaVac, vacina do laboratório chinês Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, é a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, que trabalha na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. A informação é da jornalista Mônica Bergamo.
A profissional de saúde é do grupo de risco, obesa, hipertensa e diabética.
O governo paulista aguarda a decisão favorável de cinco diretores técnicos da Anvisa para a aprovação do uso emergencial da vacina produzida pela farmacêutica chinesa SinoVac e o Butantan, a CoronaVac, para anunciar a vacinação em entrevista coletiva do governador João Doria, marcada para as 17h (Brasília).


