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Festival de Parintins: Prato Cheio mantém refeições a R$1 real

Em clima de Boi-Bumbá, a unidade do programa Prato Cheio em Parintins preparou uma decoração especial, além de sonorização com toadas para animar o público que frequenta o local, durante a semana do 58° Festival de Parintins, que acontece de sexta-feira a domingo (27 a 29).

Ao longo da semana até a primeira noite de apresentações, na sexta-feira (27), toadas dos bois Caprichoso e Garantido farão parte do som ambiente. De acordo com a supervisora da unidade, Gheyse Tavares, esse é um “esquenta” para a grande festa, além de fugir da rotina.

Dona Márcia Alves, de 56 anos, é uma das frequentadoras do restaurante. Moradora de Parintins há três anos, ela almoça na unidade todos os dias e elogiou a iniciativa. “É emocionante ver a empolgação de todos quando se trata do festival, a importância que se dá a festa”, comentou.

A moradora também falou da importância do restaurante para ela e outras famílias que almoçam lá. Para ela, o Prato Cheio representa uma grande economia, já que as refeições são completas e vendidas por apenas R$ 1, fazendo com que os gastos com alimentação sejam direcionados para outras necessidades básicas.

A secretária de Estado da Seas, Kely Patrícia, destacou que o programa representa o compromisso do Governo do Amazonas com a segurança alimentar, o bem-estar e a autonomia das famílias que o utilizam diariamente.

“Além de oferecer refeições, o Prato Cheio promove cursos e palestras que estimulem essas pessoas a gerar renda, desenvolver habilidades e garantir a independência financeira dessas famílias. Quando criamos oportunidades de negócio, elas podem gerar renda, desenvolver habilidades e garantir a independência financeira dessas pessoas”, afirmou a secretária.

Apenas em 2025, o restaurante popular serviu 36.172 refeições pelo preço de R$1 real. Diariamente, são vendidas 400 refeições no local, preparadas por nutricionistas para garantir todos os nutrientes necessários para uma alimentação completa, balanceada e de qualidade.

O programa foi criado pelo Governo do Amazonas e é gerido pela Secretaria de Estado da Assistência Social e Combate à Fome (Seas) e pela Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico Social e Ambiental (Aadesam). Ao todo, são 18 unidades localizadas na capital e 26 no interior do estado.

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