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Governo do AM diz à Justiça que Exército colaborou com acampamento no CMA

Documentos da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas e da Procuradoria-Geral do Estado enviados à Casa Civil do Estado e ao Judiciário, informam que Exército cedeu suas instalações para a guarda de materiais usados pelos manifestantes que acamparam por mais de dois meses em frente ao Comando Militar da Amazônia (CMA), na Ponta Negra, em Manaus.

Segundo documentos a que o portal UOL teve acesso, os manifestantes negociaram diretamente com os militares deixando pertences dentro do quartel e retirados antes dia 9 de janeiro, quando houve a desocupação da frente do Quartel General da Amazônia.

De acordo com a matéria do UOL, no documento da SSP-AM e da PGR-AM, representantes militares participaram de duas reuniões no gabinete de crise instalado pelo Governo do Amazonas em que foi acertado que todas as decisões seriam tomadas em conjunto, de comum acordo com a força-tarefa com órgãos estaduais e federais envolvidos na operação.

Ainda segundo os documentos, o CMA disponibilizou espaço para a guarda temporária de material usado no manifesto e negociou individualmente dentro do quartel com os manifestantes.

A PGR-AM reforça ainda ao Judiciário que “não houve qualquer auxílio das Forças Armadas à Polícia Militar para cumprimento da missão”.

Após a desocupação pacífica do acampamento, o CMA voltou a sua rotina e reabriu o portão principal ao QG na Avenida Coronel Teixeira. O acesso ao quartel vinha sendo feito por uma rua lateral que dá acesso ao Grupamento de Engenharia e Construção.

O Ministério da Defesa ou o Comando do Exército não se manifestaram sobre a reportagem até o momento.

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