
O Governo do Amazonas encerrou 2025 com arrecadação recorde de R$ 20 bilhões em impostos, taxas e contribuições, superando a previsão da LOA (Lei Orçamentária Anual), que estimava R$ 17,7 bilhões.
Apenas em dezembro, a arrecadação alcançou R$ 1,9 bilhão, o melhor desempenho mensal do ano. Os dados constam no Mapa de Arrecadação, divulgado pela Sefaz (Secretaria de Fazenda do Amazonas).
A maior parte dos recursos veio do ICMS, que somou R$ 16,9 bilhões, seguido por outras contribuições econômicas, com R$ 3,7 bilhões; pelo FTI (Fundo de Fomento ao Turismo), com R$ 2,4 bilhões; pelo Imposto de Renda Retido na Fonte, com R$ 1,6 bilhão; e pelo IPVA, que alcançou R$ 1,08 bilhão.
Na indústria, o ICMS arrecadado totalizou R$ 7,4 bilhões. Desse montante, o insumo industrial estrangeiro respondeu por R$ 3,2 bilhões e a indústria incentivada por R$ 1,5 bilhão. Ainda nesse segmento, o ICMS sobre a produção de energia elétrica atingiu R$ 208,2 milhões, enquanto o incidente sobre a produção de combustíveis somou R$ 88 milhões.
No comércio, a arrecadação de ICMS chegou a R$ 7,7 bilhões. Desse total, os combustíveis importados e distribuídos foram responsáveis por R$ 1,5 bilhão, e a energia elétrica distribuída aos postos por R$ 425 milhões.
No setor de serviços, a arrecadação de ICMS foi de R$ 1,3 bilhão. Nesse grupo, os combustíveis responderam por R$ 541,5 milhões, enquanto os serviços de comunicação arrecadaram R$ 290 milhões.
Em 2024, o ICMS sobre a produção de energia elétrica totalizou R$ 444 milhões e sobre a produção de combustíveis, R$ 66,7 milhões. Já o ICMS sobre a distribuição de energia somou R$ 245 milhões, sobre os combustíveis distribuídos R$ 1,9 bilhão e sobre o combustível revendido alcançou R$ 500 milhões.


