
O Brasil registrou 35.643 novos casos e 881 novos óbitos pela pandemia do coronavírus nas últimas 24 horas, segundo boletim do consórcio de veículos de imprensa. Dessas mortes, 143 são casos de meses anteriores revisados pela Secretaria Municipal de Saúde de Manaus.
Esses óbitos ocorreram entre os meses de abril e maio e foram registrados como Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) Não Especificada. No entanto, a prefeitura analisou essas mortes e foi confirmado o coronavírus como o responsável.
Com o novo balanço, encerrado às 20h, o país chega a 4.849.229 ocorrências e 144.767 mortes por Covid-19 desde o primeiro caso da pandemia em território nacional, em fevereiro.
A média móvel de óbitos, também medida pelo levantamento, foi de 698. Sua variação esta quarta-feira foi de -9%, o que configura que ela está estável (este retrato é visto quando seu registro fica entre -15% e +15%)
O consórcio de veículos de imprensa é formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações divulgadas pelas secretarias estaduais de Saúde.
Quatro estados registram tendência de aumento da média móvel de óbitos: Amazonas, Ceará, Espírito Santo, e Roraima. Em dez, além do Distrito Federal, aponta-se tendência de queda: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo e Tocantins.
Treze unidades federativas apresentam tendência estável na média móvel de mortes: Alagoas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Paraná, Paraíba, Pernambuco,Santa Catarina e Sergipe.
O governo de São Paulo informou, nesta quarta-feira, que vai começar a vacinar os profissionais de sáude que lidam diretamente com o novo coronavírus em 15 de dezembro. A medida, no entanto, depende da aprovação da vacina chinesa, a CoronaVac, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Foram previstas em contrato a compra de 60 milhões de doses da imunização. A previsão é que 6 milhões cheguem ao Instituto Butantan já prontas para o uso.
O chefe da aliança mundial para a vacinação (conhecida como Gavi), Seth Berkley pediu esta quarta-feira que mais países integrem a iniciativa contra Covid-19.
Segundo Berkley, são necessários pelo menos US$ 7 bilhões (R$ 39,3 bilhões) até 2021 para assegurar doses para 92 nações pobres. Ao todo, 168 países, entre eles o Brasil, já fazem parte da aliança, mas grandes potências, como EUA, China e Rússia, ainda não aderiram à iniciativa.


