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Monitoramento da violência contra mulher aponta 4.691 casos no Amazonas em 2022

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) divulgou que o informe epidemiológico do Monitoramento da Violência contra a Mulher no Amazonas no Amazonas aponta 4.691 casos em 2022, na faixa etária de 10 a 14 anos. O documento está disponível em: https://bit.ly/3zF6j3j.

Ainda segundo o levantamento da FVS-AM, os principais tipos de violência sofridas pelas vítimas foram: física, sexual e psicológica com o uso de força corporal praticados por conhecidos da vítima.

No Amazonas, o monitoramento da violência contra a mulher é realizado pela FVS-RCP, por meio da Gerência de Doenças Crônicas e Agravos Não-Transmissíveis (GVDANT), do Departamento de Vigilância Epidemiológica (DVE).

O informe, que apresenta o cenário do ano de 2022, detalha o número de casos notificados no período, faixa etária, tipo de violência sofrida, meio de agressão, situação conjugal, local da ocorrência e vínculo com o suposto agressor.

Com o monitoramento da violência contra a mulher no Amazonas, a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destaca ser possível detalhar o perfil da mulher alvo da violência e contribuir para a construção de ações preventivas mais efetivas para o enfrentamento à violência contra mulher no estado.

“Os dados produzidos serão compartilhados com os órgãos públicos e organizações da sociedade civil que lidam diretamente no enfrentamento da violência doméstica e familiar para subsidiar a construção das políticas públicas e as decisões voltadas para prevenção de violências contra mulher”, afirma Tatyana.

Para a coordenadora de Vigilância das Violências e Acidentes do Amazonas da FVS-RCP, Cassandra Torres, a coleta, análise e divulgação de dados sobre a violência de gênero ajudam a identificar padrões e tendências, bem como a entender melhor os fatores que contribuem para a violência contra as mulheres na região.

“Isso permite que as autoridades, organizações da sociedade civil e outros atores relevantes desenvolvam políticas públicas e intervenções mais eficazes para proteger as mulheres e prevenir a violência”, diz Cassandra.

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