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Intervenção: “Não é hora de esticar a corda” diz Lima

Em meio a pandemia do coronavírus, Wilson Lima enfrenta a oposição. Em meio ao combate contra o avanço do vírus no Amazonas, ele virou alvo de ataques e, hoje (22), disse que o momento é de união, não é de política e que o inimigo tem outro nome: covid-19. “Não é o momento de esticar a corda”, afirmou ele, numa referência ao pedido de intervenção federal na saúde pela Legislativa do Estado ao presidente Jair Bolsonaro.

Para o governador, o pedido tem o caráter meramente político. “O pedido não tem amparo legal”. Ele afirma que tem estado em contato permanente com o governo federal e recebido todo apoio. Lima citou como exemplo a chegada do grupo de profissionais da área médica e equipamentos (respiradores, EPIs e álcool em gel), enviados pelo Ministério da Saúde para reforçar o sistema de saúde, além do recente encontro com o vice-presidente Hamilton Mourão, na última segunda-feira em Manaus.

“Conversei com o novo ministro da Saúde. Estou tendo todo o apoio do governo federal, mas temos o avanço do coronavírus no Amazonas. O governo federal repassou R$ 49 milhões, mas só nossa folha com médicos é de R$ 38 milhões por mês. Pedimos ajuda para a compra de respiradores, que precisa de autorização do ministério (Saúde)”, explicou o governador.

Wilson Lima fala que enfrenta uma guerra pela compra dos insumos e respiradores, algumas compras precisando serem feitas a vista, sob pena de perder o produto. “Preço alto, grande dificuldade para comprar. O governo federal tem que ajudar no preço mais competitivo junto às empresas”.

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