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PF terá diretoria de Amazônia, diz futuro ministro da Justiça

O senador eleito e futuro ministro Flávio Dino (PSB-MA) anunciou na última terça (20) que será criada uma diretoria de “Amazônia e Meio Ambiente”. A nova diretoria ficará a cargo do delegado Humberto Freire de Barros.

Futuro ministro da Justiça, o senador eleito Flávio Dino (PSB-MA) anunciou ontem que será criada na estrutura da Polícia Federal (PF) uma diretoria de “Amazônia e Meio Ambiente”.

A nova diretoria, disse ele em entrevista coletiva, “está sendo criada exatamente pela centralidade dessa atuação da Polícia Federal e Ministério da Justiça em articulação com demais órgãos de governo”. A nova diretoria da PF vai ser chefiada pelo delegado Humberto Freire de Barros.

Currículo 1

Natural de Pernambuco, Humberto começou a carreira na chefia da Delegacia de Controle de Segurança Privada na Superintendência do Amapá e, depois, atuou no Maranhão, estado de Flávio Dino.

Currículo 2

Humberto está afastado da PF desde 2013, quando foi cedido ao Ministério da Justiça para exercer cargo na Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos. Desde 2017, atua na pasta de Defesa Social do Governo de Pernambuco.

Atuação

Ainda sobre Amazônia e Flávio Dino, ao Roda Viva, na segunda-feira, ele falou sobre a atuação do MJ na região a partir de 2023. Disse que, para reduzir crimes ambientais como garimpo e desmatamento, e ataques contra povos tradicionais, é preciso aumentar a presença do estado, não somente com a repressão, mas como indutor de uma economia sustentável.

Leitura

“Quando nós falamos de atividades ilegais, temos que lembrar que há criminosos, cartéis, quadrilhas, mas há também pessoas simples e humildes que dependem daquilo para comer e alimentar as suas famílias”, disse ele, ao ressaltar a retomada do Fundo Amazônia e outras ações.

Alternativa

Durante a 1ª Conferência Internacional de Finanças Sustentáveis e Economia Criativa da Amazônia, encerrada ontem, o diretor-presidente da Companhia Amazonense de Desenvolvimento e Mobilização de Ativos (Cada), Acram Isper Jr, ressaltou que não é preciso desmatar para o Amazonas evoluir economicamente e mostrar os atrativos que possui.

Celeiro

O Amazonas tem 809,6 milhões de toneladas de carbono equivalente (tCO2e) disponíveis para venda e, com isso, está habilitado a captar mais de US$ 1,6 bilhão em recursos estrangeiros.

“A venda do crédito de carbono é um celeiro que está aberto e esperando para receber os investimentos do mundo para que, em parceria com o modelo Zona Franca de Manaus, possamos desenvolver uma matriz econômica sólida”, defende Acram Isper Jr.

Aquisição

O consórcio da Aegea – empresa controladora da concessionária Águas de Manaus e líder em saneamento básico do setor privado no Brasil – venceu, ontem, o leilão de privatização da companhia gaúcha de saneamento Corsan com oferta de R$ 4,15 bilhões, o que representa ágio de 1,15%.

Realizado na sede da B3 em SP, o leilão previa a venda de um lote único de 630 milhões de ações por um valor mínimo de R$ 4,1 bilhões. A Aegea foi a única participante do certame.

Ampliação

A Corsan, com sede em Porto Alegre, presta serviços de abastecimento de água e saneamento para 317 dos 497 municípios gaúchos. No Rio Grande do Sul, a Aegea já atua em uma parceria público-privada para abastecimento de água e saneamento em cidades da região metropolitana da capital.

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