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Poliomielite: com caso fronteiriço, AM treina profissionais para identicação rápida da doença

Após um caso de poliomielite registrado em uma cidade peruana, a 500 km do Amazonas, o governo do estado acendeu o sinal de alerta e reforçou a vigilância sanitária nos municípios na tríplice fronteira com a Colômbia e o Peru.

Com o objetivo de fortalecer as equipes de saúde do Amazonas na preparação para agir rapidamente e de forma coordenada, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) e a Fundação de Vigilância em Saúde – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) realizaram, nesta quinta-feira (4), um evento de simulação de resposta rápida à possível identificação de caso de poliomielite no estado.

A atividade estratégica ocorreu na FVS-RCP e contou com a presença de 16 municípios.

A iniciativa visa estimular o debate técnico entre especialistas da área da saúde em cenários fictícios em que ocorrem a detecção de poliovírus que causa a poliomielite. Outro intuito da ação é avaliar o nível de resposta dos municípios.

Pelas Secretarias Municipais de Saúde, além da capital Manaus, participaram o evento de simulação outros 15 municípios do estado que são:

  • Novo Airão,
  • Tabatinga,
  • Manaquiri,
  • Manacapuru,
  • Silves,
  • Itacoatiara,
  • Benjamin Constant,
  • Atalaia do Norte, Careiro,
  • Careiro da Várzea,
  • Iranduba, Guajará,
  • Presidente Figueiredo,
  • Rio Preto da Eva
  • Urucurituba.

Poliomielite


A poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada por um vírus que vive no intestino, chamado poliovírus, que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas infectadas e provocar ou não paralisia. Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.

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