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Preso envolvido na morte do menor aprendiz da Bemol

As buscas pelos envolvidos na morte do menor aprendiz da Bemol, Melquisedeque Santos, de 20 anos, na noite da quinta-feira (16), dentro de um ônibus da linha 444, em Manaus, comecaram a dar resultado. Uma força-tarefa integrada pela Polícia Civil e Polícia Militar do Amazonas localizou ontem à noite (17) um dos participantes do assalto que acabou na execução do adolescente com um tiro na cabeça por um dos assaltantes.

Na sexta-feira (17), o governador do estado, Wilson Lima, determinou ao secretário de Segurança, general Carlos Alberto Mansur, uma operação para encontrar os responsáveis pelo crime que chocou os amazonenses pela frieza do assassino que atirou a sangue frio sem qualquer reação da vítima.

Emerson de Souza Arevalo, de 24 anos, foi preso escondido no bairro do Tarumã, na mesma região onde também foi realizado o assalto, nas proximidades do Aeroporto Internacional de Manaus Eduardo Gomes.

Ele foi levado para o 19º DIP (Ponta Negra) por policiais da Força Tática da PM. As investigações continuam para localizar os outros dois participantes do crime.

Protesto

Melquisedeque Santos tinha origem indígena Sateré Mawe, do município de Manaquiri, na Região Metropolitana de Manaus. Ele foi enterrado ontem em meio a um clima de revolta pela violência do crime. Para complementar a renda familiar, ele trabalhava como artesão e vendia artigos e peças da tribo para realizar o sonho de construir uma casa para a sua mãe.

Ontem, familiares e amigos protestaram e a Associação Asmin Sateré Mawe, divulgou uma nota lamentando a morte do jovem.

Uma tia disse que o sobrinho tinha o sonho de juntar dinheiro para construir uma casa para mãe. “Era um menino sonhador, brincalhão, trabalhador. Ele queria realizar o sonho de ter um emprego e de dar tudo para a mãe dele”

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