
A partir de 1º de novembro, clientes que trocarem de celular ou de computador terão de cadastrar o novo dispositivo no banco para manter o limite habitual de transferências via Pix.
Até fazer o cadastro, o valor máximo será de R$ 200 por operação e R$ 1.000 por dia, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
Mais segurança nas transações
A medida, válida para todas as cerca de 900 instituições participantes do sistema, tem o objetivo de aumentar a segurança das transações e reduzir o risco de fraudes com aparelhos não reconhecidos pelo banco.
Segundo a Febraban, toda a comunicação será feita dentro do aplicativo da instituição financeira — e o cliente deve desconfiar de qualquer mensagem recebida por e-mail, SMS ou WhatsApp que solicite dados pessoais ou bancários.
“Não clique em links recebidos fora dos canais oficiais do seu banco. Se receber mensagens suspeitas, ignore, porque provavelmente se trata de golpe”, alerta Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da Febraban.
O que muda na prática regras do PIX?
Nada muda para quem continuar usando o mesmo dispositivo já cadastrado no banco. Apenas quem trocar de aparelho precisará confirmar o cadastro no aplicativo de sua instituição para retomar o limite original de transferências.
As instituições também deverão oferecer informações, em canais de fácil acesso, sobre como se proteger contra fraudes e adotar ferramentas de monitoramento de risco capazes de identificar transações incompatíveis com o perfil de cada cliente.


