
Sete mil eleitores estão inaptos para votar nas eleições suplementares de Coari, distante 375 quilômetros de Manaus, marcadas para o dia 5 dezembro. A afirmação é da juíza eleitoral, Mônica Cristina do Carmo que conduz o pleito no município que tem aproximadamente 44, 7 mil eleitores.
A exclusão dessa quantidade do eleitorado é definida, de acordo com a magistrada com base na Resolução nº 24 do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas. Essa regra determina que poderão participar da escolha do próximo prefeito, somente quem estava com o título de eleitor regularizado até o dia 7 de julho de 2021.
“Dessa forma, quem fez a transferência do título após essa data não constará no caderno de votação”, explica a juíza.
Mônica do Carmo, afirma que tanto o TRE-AM, quanto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em Coari, das 182 zonas eleitorais, somente 152 estarão em pleno funcionamento. Na sede do município serão 21 locais de votação e na zona rural, 22.
“Está tudo transcorrendo normalmente. Nós temos todo o apoio do TSE e do TRE-AM emprenhados para que as eleições em Coari transcorram da forma mais tranquila possível. Temos equipes aqui de Manaus que foram deslocadas com profissionais experientes”,
No dia 11 de novembro, o TRE-AM aprovou o pedido de apoio à segurança mas eleições de Coari. Na decisão os magistrados consideram “que o efetivo policial e o reforço previsto não serão suficientes para garantia da ordem e da segurança no pleito municipal suplementar, faz-se indispensável o apoio das forças federais”.
Concorrem ao cargo do Executivo municipal as chapas: Keitton Pinheiro ao lado do vereador Edilson Lima (Republicanos); Robson Tiradentes (PSC) e o ex-comandante da Polícia Militar no Amazonas, Ayrton Norte; Zé Henrique (PL), como o vice Orlando Nascimento (Avante); Mil Mitouso e Professora Dilene, ambos do PSB.


