Projetada para integrar fé e floresta, a estrutura marca a conclusão de uma etapa simbólica do residencial, que em 2026 entrega seu campo de golfe e inicia obras do complexo hípico

A paisagem do bairro Tarumã, na zona Oeste de Manaus, ganha um novo contorno arquitetônico com a fase final de conclusão da Capela de São José do Rio Negro. Localizada no coração do residencial homônimo, a edificação foi concebida para ser mais do que um espaço religioso, funcionando como um ponto de conexão entre a espiritualidade e a exuberância da floresta amazônica. Com as obras em ritmo acelerado, o espaço entra na reta de acabamentos para se tornar o centro de celebrações como batizados e casamentos dos futuros moradores.
O projeto arquitetônico, assinado por Paulo Lindemberg, rompe com o modelo tradicional de templos fechados ao priorizar a transparência e a luz natural. Um dos diferenciais está na estrutura assimétrica dos pilares laterais, que simulam movimento e permitem que a iluminação solar penetre no ambiente em diferentes ângulos ao longo do dia. Essa escolha técnica não apenas valoriza o design biofílico do condomínio, mas também evoca uma sensação de acolhimento e serenidade para quem busca um refúgio para a oração ou meditação.
A integração com o meio ambiente é o ponto alto da capela, especialmente na área do altar. Utilizando amplos painéis de vidro, a visão dos fundos é direcionada para uma Área de Proteção Permanente (APP), garantindo que a mata nativa sirva de moldura viva para as celebrações. Essa transparência cria uma imersão de 360 graus onde os limites entre o espaço construído e a vegetação se tornam quase imperceptíveis — uma experiência potencializada pela iluminação solar, que permite chamar o espaço de Capela da Luz.
Para o diretor da BTP Urbanismo, João Batista Pi, a edificação tem um significado profundo. “A capela é, na verdade, uma promessa da nossa família em oferecer um espaço religioso onde todos se sintam acolhidos na fé e na paz. Já o nome do empreendimento, Quintas de São José do Rio Negro, é a homenagem que prestamos a Manaus, remetendo ao primeiro nome da nossa capital, o Forte de São José do Rio Negro”, explica o executivo.
Embora a capela tenha inspiração católica, o residencial reforça seu posicionamento de acolhimento à diversidade, informando que as celebrações de outros credos poderão ser realizadas em qualquer um dos três clubes disponíveis no empreendimento.
A entrega da capela sinaliza o avanço de outras áreas de lazer de alto padrão. Ainda em 2026, o cronograma prevê a entrega do campo de golfe juntamente com o Clube Golf, consolidando o esporte como um dos pilares de bem-estar do Quintas. A engenharia por trás desses espaços utiliza tecnologia de ponta, como a estrutura protendida da capela, que permite vãos livres e uma visão ininterrupta da natureza.
Ainda no decorrer de 2026, terão início as obras do complexo hípico, começando pelos serviços de terraplenagem e a construção das pistas de Hipismo e 3 Tambores. O projeto da hípica foi desenhado para atender tanto o esporte quanto a equoterapia, garantindo o bem-estar dos animais e uma experiência de excelência para os cavaleiros. Já para 2027, o planejamento prevê o início das obras da marina privativa, que oferecerá acesso direto ao Rio Negro para lanchas e jet-skis.
Com lotes a partir de 1.500 m² e fiação 100% subterrânea, o Quintas de São José do Rio Negro caminha para concluir equipamentos inéditos na região Norte. O esmero executivo da VC Engenharia, parceira do projeto, garante que toda a infraestrutura suporte as especificidades climáticas do Amazonas sem agredir o ecossistema protegido, consolidando o Tarumã como o novo eixo de moradia de luxo e bem-estar na capital amazonense.


