Vídeo com os acusados deixando o Fórum causou revolta não só nos moradores de Manaus, como também no Brasil. O presidente Jair Messias Bolsonaro postou em suas redes sociais a sua indignação quanto ao caso.
Três dos quatro presos suspeitos de envolvimento na morte do sargento reformado da Polícia Militar Luís Carlos da Silva Castro, 56, em uma loja na Zona Leste de Manaus, foram soltos após audiência de custódia na tarde desta sexta-feira (21). Familiares do sargento tentaram agredir o trio enquanto eles saíam do Fórum Ministro Henoch Reis, na Zona Sul de Manaus, depois da audiência.
Conforme o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), Marcley Soares de Souza, 20, e Charles Sanches Moraes, 27, Joelson Ferreira Soares, 23, receberam liberdade provisória. Josué Ferreira Soares, 19, teve a prisão temporária convertida em preventiva.
O presidente Jair Bolsonaro se manisfestou sobre a liberdade dos acusados em suas redes socias, deixando claro sua indignação. Assista.
Crime e prisões
O sargento foi assassinado com dez tiros pelo corpo: um atingiu o queixo do PM, oito nas costas e um no tórax. Os suspeitos fugiram e levaram a arma do policial.
O primeiro suspeito preso pela polícia foi um jovem de 19 anos. Ele foi detido por volta de 2h desta quinta-feira (20) no município de Rio Preto da Eva, distante 80 Km de Manaus. O homem foi encontrado pela PM escondido no banheiro de um ônibus a caminho da cidade.
Já o segundo suspeito foi preso pelos policiais da 14ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) nesta quinta-feira (20) e encaminhado para a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), onde foi iniciada a apresentação.
Os dois últimos suspeitos se apresentaram junto aos seus advogados na sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), na Zona Leste de Manaus. “Eles temiam pela integridade física. Vieram para cá para colaborar após negociação com os advogados”, disse o delegado Guilherme Antoniazzy.
Confira imagens do homicídio: CENAS FORTES


