
O Rei Charles III, que assumiu o trono da Inglaterra hoje (8), com a morte da sua mãe, a rainha Elizabeth II, já esteve em Manaus duas vezes quando ainda era principe inglês: em 1978 e 2009, respectviamente.
Sem o carisma da mãe, que pouco se envolvia em assuntos mundiais, o rei é conhecido por defender causas como a do clima do planeta, efeito estufa e como não poderia deixar de ser, a Amazônia. E nesse envolvimento ambiental acabou vindo a capital amazonense, onde visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em 1978 pela primeira vez.
Em 2009, o Charles III e a Duquesa da Cornuália, Camila Parker, com quem assumiu o romance após a morte da princesa Diana, desembarcaram na capital amazonense, em 13 de março, sendo recebidos por autoridades civis e militares no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.
Eles receberam o diploma de “Amigo da Floresta e do Clima”, concedido pelo Governo do Estado e pela Organização Não-Governamental (ONG) ambientalista Conservação Internacional.

Durante a visita, Charles quebrou o protocolo e antes de entrar no carro da comitiva real cumprimentou garis e crianças que estavam em um caminhão que gritavam ” “I love you, Charles”. O então principe se aproximou e apertou a mão dos presentes.
Ainda na cidade, o herdeiro do trono britânico visitou uma oficina de violões – Escola de Lutheria da Amazônia – e ganhou um instrumento das mãos de um aluno. Depois teve encontros para discutir parcerias para o combate às mudanças climáticas no Instituto de Permacultura da Amazônia.
Agenda
Durante a visita de quatro dias ao Brasil, Charles III se reuniu com líderes empresariais, ainda cumprindo pauta ambiental contra o aquecimento global.
No Rio de Janeiro ele anunciou parceria de sua instituição Youth Business International – que ajuda jovens a entrar no mercado de trabalho em 37 países – com a ONG Conexão, no Rio de Janeiro.
Em Brasília Charles III realizou uma palestra sobre mudanças climáticas e participou de evento com líderes políticos. Naquela ocasião havia sido a quarta dele e a primeira de Parker Bowles ao Brasil.


