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Rio Solimões começa a encher, Madeira estabiliza e Negro dá sinais de redução da vazante

Marinha do Brasil apresenta trabalho de pesquisa em rios da Amazônia para a  ANA — Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)

Em meio ao cenário da estiagem com a seca dos principais rios do Amazonas, a boa notícia vem da subida do Rio Solimões, da parada da vazante do Rio Madeira e da reduzação de descida do Rio Negro, que tem caido a média (chegou a 19 cm por dia) nas últimas horas após ter chegado a marca de 12,66 metros, na última sexta-feira (4), um recorde nos últimos 122 anos de monitoração do Porto de Manaus.

Na quinta-feira (3), o Rio Solimões, em Tabatinga – 1.100 km de Manaus -, na fronteira com o Peru e a Colômbia, registrou subida do nível em 15 centímetros e de 8 centímetros, nesta sexta-feira (4). O regime de chuvas na cabeceira do rio no Peru, tem influência na mudança.

A Marinha do Brasil, que monitora o movimento das águas no estado com objetivo da sondagem e estabelecer uma rota segura para as embarcações que trafegam durante o período da seca, informou nesta sexta-feira (4) que outra mudança vem ocorrendo no Rio Madeira.

No trabalho dos navios hidrográfico Rio Solimões e hidroceanográfico “Rio Branco”, que fazem a sondagem de obstáculos para a navegação como pedras, troncos e bancos de areia, a força naval identificou uma estabilização de descida do rio, onde foram encontrados 30 pontos críticos para a anvegaçao devido a seca.

No Rio Solimões, foram identificados 5 locais e no Rio Amazonas dois – Tabocal e Enseada com o Madeira – onde a Marinha vem realizando um trabalho de orientação das embarcações de grande porte, que transpprtam mercadorias para os portos flutuantes provisórios instalados na altura do município de Itacoatiara.

Nessas regiões, os navios da Marinha seguem na frente das embarcações cargueiras mostrando onde estão os canais de navegação com maior profundidade para o transporte seguro das mercadorias.

O Plano de Ação contém medidas para que os navios, lanchas e aeronaves da Marinha estejam preparados logisticamente e operacionalmente para atuarem nos pontos críticos para a segurança da navegação

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