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Projeto Potássio Autazes no Amazonas avança com investidores e lideranças indígenas

O CEO da Brazil Potash, Matt Simpson, e o presidente da Potássio do Brasil, Sérgio Leite, juntamente com um grupo de investidores estrangeiros, realizaram, na última semana, uma agenda institucional no Amazonas, sendo recebidos pelo Diretor de Projetos Raphael Bloise e acompanhados pela equipe técnica do Projeto.

A programação incluiu reuniões em Manaus, visitas ao município de Autazes e ao canteiro de obras, com foco em apresentar aos investidores a relevância do Projeto Potássio Autazes para a região, para o Brasil e para a segurança alimentar global. Na oportunidade, também foram destacadas as ações de fortalecimento do diálogo institucional junto às comunidades.

Durante as comemorações do 2º Encontro do Povo Mura de Autazes, o coordenador-geral do CIM, Kleber Mura, acompanhado de representantes de 37 aldeias Mura de Autazes, recebeu Matt Simpson, Sérgio Leite, Raphael Bloise e a comitiva de investidores internacionais para um momento de apresentações culturais, reafirmando o apoio à implantação do projeto e sua importância para o desenvolvimento socioeconômico de suas aldeias.

Em Manaus, a comitiva se reuniu com o governador interino do Amazonas, Roberto Cidade, para apresentar o andamento do projeto, seus avanços recentes e as próximas etapas de implantação, reforçando o compromisso da empresa com uma atuação responsável, transparente e alinhada ao desenvolvimento sustentável da região.

Durante os encontros, Matt Simpson destacou que o projeto representa uma contribuição estratégica para o Brasil ao ampliar a oferta nacional de potássio, insumo essencial para a produção de alimentos, reduzindo a dependência externa do país e fortalecendo a segurança da cadeia de fertilizantes.

Sérgio Leite, presidente da Potássio do Brasil, enfatizou que o avanço do projeto exige uma construção contínua de confiança e legitimidade no território.
“Nosso compromisso é desenvolver um projeto que una segurança alimentar, responsabilidade socioambiental e geração de valor compartilhado para o Amazonas. Isso passa por diálogo permanente, transparência e respeito às comunidades locais, especialmente às populações indígenas e às lideranças de Autazes. O desenvolvimento só faz sentido quando ele é construído junto com as comunidades locais”, afirmou.

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