
A derrota por 2 a 0 para o Monte Roraima, na Arena da Amazônia, pela sexta rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, ampliou a pressão sobre o Manaus. O resultado tirou o clube do G-4 do Grupo A1 e marcou a quinta partida consecutiva sem vitória, mesmo após troca de treinador e reformulação no elenco.
Após o apito final, a comissão técnica não concedeu entrevista coletiva, gesto que refletiu o momento de instabilidade vivido pela equipe.
A sequência negativa começou ainda sob o comando de Dico Woolley e continuou após a chegada de Paulo Roberto Santos. Nesse período, o Manaus perdeu para Nacional, São Raimundo-RR e Monte Roraima, além de empatar com o Manauara e com o próprio clube roraimense no primeiro turno, em Boa Vista.
Mudanças no comando não trouxeram reação
Antes da Série D, o técnico João Victor foi demitido mesmo após levar o clube às semifinais dos dois turnos do Campeonato Amazonense e garantir calendário nacional para 2027. Dico Woolley foi anunciado em março, mas permaneceu por apenas três partidas. No período, o time foi eliminado da Copa do Brasil nos pênaltis para o Londrina, venceu o GAS-RR na estreia da Série D e perdeu para o Nacional.
Paulo Roberto Santos assumiu o comando em abril, com expectativa de reação imediata. No entanto, a equipe ainda não venceu sob sua direção.
Reformulação no elenco não resolveu problemas
O clube promoveu diversas contratações nas últimas semanas, incluindo defensores, meio-campistas e atacantes, além de rescindir contratos e realizar ajustes no elenco. Apesar das mudanças, o desempenho segue abaixo do esperado.
Pressão aumenta na competição
A sequência sem vitórias impacta diretamente a campanha do Manaus, que vê adversários abrirem vantagem no grupo enquanto busca maior regularidade. O silêncio após a derrota simboliza o momento de pressão e a necessidade de reação rápida para manter as chances de classificação.


