
Leite destacou que crescimento de 7,13% do Produto Interno Bruto , puxado pela indústria, é fruto do empenho de parte de bancada na aprovação da Reforma Tributária. E que na contramão de bons indicadores, políticas públicas agonizam
O deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) comemorou o crescimento do PIB do Amazonas de 7,13% no primeiro trimestre de 2026, puxado pela atividade industrial, notadamente, pela produção da Zona Franca de Manaus.
“A indústria teve o maior crescimento dos últimos trimestres. Fruto da nossa luta pela aprovação da Reforma Tributária, que trouxe segurança jurídica ao modelo. Outro reflexo é a aprovação de novos 200 projetos de novas indústrias e a geração de mais empregos e riquezas ao nosso estado”, disse Sidney Leite.
Na contramão desse crescimento do PIB que, segundo Sidney, se nota desde o ano passado, quando a alta foi de 7,69 em relação a 2024 e, ainda, o aumento na arrecadação – de R$240 bilhões, o desgoverno se consolidou.
Saúde agoniza- Para o parlamentar, não bastassem a falta de medicamentos, de consultas com especialistas, diagnósticos e cirurgias na área de saúde, o estado não paga fornecedores.
“Já há ameaças de retirar equipamentos hospitalares instalados em importantes unidades da rede pública estadual caso não sejam regularizados contratos e pagamentos que, segundo a empresa, permanecem pendentes há vários anos”, informou o parlamentar.
Educacao com escolas caindo aos pedaços – Além da precariedade da estrutura das escolas estaduais, o governo não paga a data-base dos professores, o mesmo ocorrendo em outras categorias, como a Segurança Pública.
Outros problemas já consta dados pelo deputado federal foram a falta de transporte e de merenda. “Crianças e adolescentes estão pendendo aula e quando conseguem ir, não há merenda, suspensa por falta de pagamento”, disse Leite.
Índice de homicídios no AM é mais de 50% superior à média nacional – Sidney Leite lembrou que, recentemente, o Atlas da Violência 2026 registrou 32,2 homicídios no Amazonas para cada 100 mil habitantes, uma taxa muito acima da média nacional e superior à do Rio de Janeiro.
“Com isso, o Amazonas aparece entre os seis estados mais violentos do Brasil. O relatório também aponta o fortalecimento das facções criminosas. Enquanto a violência cresce, o governo não chama os aprovados no concurso nem paga a data-base dos profissionais da segurança”, revelou Leite.
Sidney acrescentou que as delegacias fecham no final de semana e à noite, que faltam investimentos na área social, e a população segue morrendo na fila da saúde e por falta de segurança pública.


