Com foco na modernização, tecnologia e valorização dos professores, política pública estadual transforma a educação pública e conecta salas de aula ao mercado de trabalho.

Enfrentar distâncias geográficas continentais, combater desigualdades regionais e garantir qualificação profissional na Amazônia sempre foram desafios históricos para a gestão pública. Para romper essas barreiras, o Governo do Amazonas transformou a ampliação do ensino em tempo integral na espinha dorsal de sua estratégia pedagógica. O resultado prático é um salto quantitativo e qualitativo: desde 2019, o número de escolas nessa modalidade saltou de 74 para 212 unidades — um crescimento expressivo de 186,5%.
Essa expansão é fruto de uma política de investimentos robusta. Entre 2019 e 2025, o Estado destinou mais de R$ 760 milhões exclusivamente para a infraestrutura da educação. O montante foi dividido em frentes estratégicas: R$ 257 milhões foram aplicados na construção de 13 Centros de Educação Tecnológica (Cetis) e R$ 238 milhões foram convertidos na revitalização de 465 escolas, além de reformas, ampliações e a construção de três novas unidades escolares.
A modernização da rede estadual também passou por uma forte descentralização financeira. Entre 2021 e 2025, cerca de R$ 350 milhões foram repassados diretamente para as contas das escolas, desburocratizando investimentos em tecnologia da informação, logística e pequenos reparos estruturais.
A iniciativa levou a robótica e a inteligência artificial para o cotidiano dos estudantes. Projetos inovadores como Matemagos, Projeto Vida, Edutech e Edutech Inteligência Artificial modernizaram o aprendizado. Ao todo, mais de um milhão de estudantes já foram impactados pelas ações pedagógicas e tecnológicas do governo desde o início do programa.
O Impacto da Tecnologia: Através do projeto Fazer para Aprender, cerca de 80 mil alunos da capital e do interior ganharam acesso a laboratórios de robótica distribuídos em uma rede de 85 Espaços Maker.
Valorização Histórica dos Profissionais
Nenhum avanço na infraestrutura teria efeito sem o reconhecimento do corpo docente. No eixo de valorização profissional, o Estado convocou 6.516 aprovados em concurso público desde 2019 e injetou mais de R$ 1,2 bilhão em abonos do Fundeb. Além disso, em 2022, cerca de 5,9 mil professores e pedagogos receberam R$ 59,2 milhões em abonos do Fundef.
A evolução na carreira e o incentivo ao mérito também ganharam destaque:
- Capacitação: O programa Mestre Qualificado abriu mais de 15 mil vagas de pós-graduação e mestrado.
- Progressão: Mais de 25 mil servidores foram beneficiados com progressões funcionais e reajustes.
- Premiação: Cerca de 5 mil profissionais receberam o 14º e 15º salários pelo cumprimento de metas educacionais.
Da Escola para o Mercado de Trabalho
Conectar o ensino médio à realidade do mercado de trabalho tem sido outro pilar fundamental. O Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam) registrou a marca de mais de 1,29 milhão de vagas em cursos técnicos e de qualificação profissional desde 2019. O Cetam expandiu sua atuação com novas unidades em Silves, Benjamin Constant e Parintins, além de três novas escolas profissionalizantes em Manaus — incluindo a primeira unidade dedicada exclusivamente à área de gastronomia.
Parcerias estratégicas, como o programa Da Escola para o Trabalho, criado em 2023, já qualificaram mais de 22 mil estudantes do ensino médio em cursos técnicos integrados, pavimentando o caminho dos jovens rumo ao primeiro emprego.
O governador Roberto Cidade enfatizou que a continuidade desse planejamento é a chave para consolidar as transformações na rede pública.
“Nosso compromisso é dar sequência aos investimentos que transformaram a educação do Amazonas. Estamos fortalecendo uma rede mais moderna, com mais oportunidades para estudantes e professores, mantendo o ritmo de expansão da infraestrutura, da inovação tecnológica e da qualificação profissional para preparar as próximas gerações”, concluiu o governador.


